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Até que a Morte nos separe
GAA-Ep5
Informações Gerais
Série Gavião Arqueiro: O Atirador
Temporada -------
Arco Amor Verdadeiro
Número do Episódio 5
Sequência
Episódio Anterior Vida que Segue
Episódio Seguinte Legado
Créditos
Escrito por JohnyDivino
 Até que a Morte nos separe é o quinto capítulo da mini-série Gavião Arqueiro: O Atirador e final do mini-arco Amor Verdadeiro, sendo escrito por JohnyDivino e dirigido por HanssenF.

SINOPSEEditar

Eu não consigo resumir o que aconteceu naquele dia. Foram tantas coisas que eu espero que tenha sorte para conseguir detalhar tudo para vocês.

ENREDOEditar

Que semana meus amigos. Mesmo eu já tendo passado por muita coisa, até isso aqui foi demais para mim. Então vamos cronologicamente. Logo, após eu escrever aquele blog passei um tempo deitado, sem conseguir dormir, mas não conseguia pensar em nada. Uma hora eu conseguir adormecer, mas pensando bem, teria sido melhor ter permanecido acordado. Passaram uma horas (não sei exatamente quantas) quando eu já estava acordando, mas tava com preguiça para levantar. Acho que vocês também tem essa sensação. Foi quando eu senti um metal frio parecido com o de uma arma na minha cabeça, mesmo não tendo nenhum barulho de porta abrindo. Consegui me defender e a gente começou uma luta. Nada como acordar enfrentando um cara mascarado que quer te matar com uma pistola, e você está de cueca.

A porradaria foi legal, mas pouco equilibrada. Ele tomou um socos do heróizão da #$%*@ aqui, mas o ninja conseguiu me botar pra correr. Quando eu percebi que tava me arriscando muito me escondi atrás de uma mesinha, e comecei a tomar tiro. Sai rolando até meu arco e quase o peguei, quando o cara apontou a arma para minha cabeça. O que eu pensei? "Pronto, acabou, tchau gente!". Só que eu dei sorte e a Eduarda apareceu para me salvar, mandou o assassino pra casa do #@%@*&0. Só que ele não perdeu o tempo no pau com ela e se mandou, pulou pela janela. Na hora me perguntei se ele tinha sobrevivido, mas ele é um vilão, é 120% de certeza que ele estava vivo. Conversei com a Harpia sobre tudo e ela disse que provavelmente era alguém que a Cross enviou para me tirar do caminho deles. Eu peguei a arma que o cara tinha usado e sem querer disparei, fez um barulho muito alto. Estranhamos porque se o homem era tão silencioso, para que uma arma sem silenciador? Ela me deu um uniforme, praticamente igual ao meu mais atual (aquele do óculos que muita gente perguntou onde eu consegui), já que o meu tinha sido todo destruído pelo ácido. Nós arrumamos, tomamos café da manhã e pensamos no que fazer, mas o arqueiro aqui conseguiu pensar.

Fomos para a casa do meu maior amigo dentro da Cross, um engenheiro chamado Jorge (que foi quem me ajudou com o Sky-Cycle, ordenou o projeto e talz). Fui na frente, caso ele visse a Harpia poderia ser pior. Conversei com ele e percebi que, aparentemente, ele não sabia de nada, mas quando eu entrei dentro da casa dele, fui atacado. Sorte que eu já estava esperando e consegui revidar, só que estranhei BASTANTE o Jorge estar manjando de artes marciais. Ele retirou uma máscara e vi que era o ninja (de certa forma, é estranho, ele tirou uma máscara e tinha outra máscara embaixo) que tentou se livrar de mim. Continuamos na batalha e ele só ia me mudando de lugar, aproveitando que a casa era bem grande, ele devia estar se preparando para a Harpia. Me acertou um soco que me jogou no porão, onde eu vi o verdadeiro Jorge preso. Pensando bem, essa luta está bem mais cinematográfica do que a que aconteceu, mas tanto faz. Esperei o ninja subir mas nada, eu usei uma flecha para cortar as cordas e liberar o Jorge e ele me explicou que depois de o arqueiro aqui inventar de se "rebelar" contra a Cross, foram atrás dele pois pensaram (e acertaram) que eu iria atrás dele. Mandei ele ficar lá e subi.

A Harpia estava enfrentando o ninja, eu notei que apesar de altos movimentos e golpes, ele não fazia nenhum barulho. Não era só questão dele falar, os movimentos dele não faziam som. Eu percebi que tinha algo de estranho e acertei uma flechada de eletrochoque nele (graças a Deus as etiquetas para flechas não estavam esgotados na loja), que, além de atordoar um pouco ele, óbvio, desativaram uma espécie de recurso na roupa dele que não deixava ele e nem a arma fazerem barulho (sério, eu não entendo essas coisas). A Harpia aproveitou para atacar, mas foi atrapalhada por um tiro que ela conseguiu dar um pulo para outra direção antes dele disparar, mas pela distração o cara meteu um chute que jogou ela no chão. O canalha aproveitou para pegar o Sky-Cycle e TENTAR vazar, mas eu consegui me agarrar. E assim começou uma batalha em um trenó-a-jato sobrevoando a cidade de Nova York em um dia aparentemente normal.

No meio do combate, consegui puxar o pé dele para tentar jogar ele em um prédio, mas assim como eu, ele se agarrou no veículo e a gente ficou lá, um tentando derrubar o outro. Por causa da nossa disputa, não notamos que estávamos indo em direção de uma daquelas chaminés de fábricas, que soltam muita fumaça. Eu sabia que estava alto, mas era vida ou morte, e me soltei. Enquanto caia, eu vi o meu adversário e meu amado veículo baterem na chaminé, doeu nos meus olhos ver aquela explosão. Não sei o que seria certo. Tá bom que aquele cara tentou me matar, mas ele também pode ter uma família sabe, por isso eu não sou que nem um justiceiro que sai matando bandido. Fora isso, meu amado veículo que foi a causa do meu trabalho com a Cross e toda essa confusão começar teve seu fim. Espero que o Jorge consiga fazer outro. Foi então que percebi que eu estava caindo e PUFF. Eu cai em um arbusto grandão. Maior Deus EX-Machina da minha vida. Eu sai dele e resolvi partir para a casa do Jorge. Não tinha dinheiro na hora então tive que ir correndo até onde estava antes. Sério, foram quase 2 horas de corrida para o arqueirozinho aqui.

Quando cheguei, vi a Harpia conversando com o Jorge e fui até eles. A Eduarda me deu um abraço na hora que me viu, eu não estava esperando isso. Foi aí que eu me toquei, apesar de ter ignorado ela no começo e dar ela para a Cross, ela fez muito por mim e me salvou da morte. Agradeci e a mulher ficou perceptivelmente com vergonha, mas só disse que precisa de mim para a Cross. O Jorge veio falar comigo perguntando sobre tudo. Demoramos menos para explicar do que eu pensei e ele perguntou se devia chamar a polícia ou algum herói. Inventei alguma desculpa aleatória (que a Harpia percebeu que por algum motivo eu não queria contar a verdade e deixou quieto) e falei para ele ficar armado porque deviam ir atrás dele. Eu e Eduarda fomos embora pegando um táxi. O nome do taxista era Dopinder, se não me engano. Perguntei se não era estranho para ele pessoas fantasiadas pedindo uma carona e ele falou que já tinha dado para uns, inclusive me reconheceu e pediu umas dicas para conquistar o amor da vida dele, e como eu sou um belíssimo garanhão ajudei, mesmo a Harpia não parecendo gostar muito daquilo.

Foi quando a gente chegou em casa e ela pagou ele. Entramos e ela me perguntou umas coisas, tipo o motivo para eu ter mentido. Eu falei que eu não quero outros heróis me interrompendo, quero conseguir resolver tudo o que mexeu comigo. Diferente de outra pessoa, ela pareceu entender e aceitar tudo de primeira. Foi quando ela me falou que tava na hora de me contar tudo sobre ela, além do mais ela sabia tudo sobre mim. Perguntei como e ela falou que Ex-agentes da (desculpa gente não posso contar) tem suas fontes. Deu para ver como ela era talentosa e de certa forma, eu comecei a sentir alguma coisa por ela (gente me desculpa, mas eu vou desabafar muito aqui, desculpa se ficar muito estranho), mas devia ser só respeito e agradecimento pelo que ela fez.

O resto da semana foi bem básico, a gente foi indo atrás de informações de pouco a pouco e se conhecendo. De vez em quando visitávamos o Jorge para ver se estava tudo bem com ele, não queria ele morto por minha causa. Quarta-feira eu me toquei e fomos até meu prédio No Brooklyn, quando eu cheguei me surpreendi por dois motivos: O lugar não tinha sido destruído mas voltou para seu dono original. COMO ASSIM? Pensei que devia ser algo da Cross e tentei me conter, mas eu fui atrás do canalha e mandei ele desembuchar. Nem aguentou muito tempo com uma flecha apontada para o peito.

Disse que a Cross foi atrás dele e arranjou uma falha no contrato (que eu até agora me pergunto o que foi, porque eu perdi meu tempo lendo aquilo tudo e não vi nenhum erro) para ele poder tomar o prédio. Assim fizeram. Harpia me acalmou um pouco e disse que a gente não podia fazer nada com ele, só se envolvêssemos outros heróis e resolvi deixar quieto. Mas como aviso eu atirei uma flechazinha no mesa dele que prendeu a gravata dele, aí disse "Se fizer algo com essas pessoas você vai se ver comigo". Eu e a Eduarda vazamos.

Durante o resto do tempo, eu e ela ficamos cada vez mais amigos, tanto quando a gente estava atrás de uma forma de resolver o problema quando quando estávamos simplesmente conversando ou comendo. Eu sei que pode parecer besteira ou então até só gratidão, mas eu amo ela. Não é a mesma coisa das outras, o importante não é o corpo dela e sim tudo. A inteligência, a humildade, o sorriso. Ah, aquele bendito sorriso. Harpia, garota, eu te amo. *&%@ $%&@, eu tô chorando aqui cara. Vamos voltar logo para o que interessa para vocês.

No sábado a gente foi tomar café e tivemos uma péssima surpresa quando voltamos. O apartamento da Harpia (que ficava na cobertura) foi totalmente destruído com os andares de cima por causa de uma explosão. Para a gente estava óbvio o motivo e fomos ver o que dava para recuperar e claro, não foi nada. Ninguém morreu porque todos dos andares de cima estavam na escola ou no trabalho, mas foi um belo prejuízo. A única coisa que foram nossos equipamentos e trajes que estavam em um cofre de um concreto especial resistente a explosão. Pegamos eles e nos trocamos, deixando as roupas normais escondidas em um beco (sério, ela é muito linda, só não olhei muito por respeito). Eu percebi que tinha poucas flechas e fomos até o banco pegar dinheiro na conta dela, só que a Cross novamente nos atacou. De alguma forma quase todo o dinheiro da conta da Eduarda sumiu, só sobraram 20 dólares. Mas isso foi o suficiente para comprar uma boa quantidade de flechas, que eu coloquei pontas especiais que ficam escondidas na minha roupa. Dessa vez não teve como comprar etiquetas, o que sem dúvida deu uma atrapalhada.

Pegamos um metrô para uma armazém que guarda coisas da Cross, mas na hora que saímos dele, fomos atacados por bolas de sinuca. Sim, você não leu errado. Fui acertado por uma no meu braço, doeu muito mas não podia parar e fui atrás do cara que usava uma roupa verde e amarela com bolas de sinuca presas nela. Quando olhei para trás, vi a Harpia sendo atacada por uma freira e ia voltar para ajudar, mas ela gritou que ela dava conta e eu fui atrás do canalha.

Ele deu uma pequena pausa e começou a pegar algumas bolas para jogar em mim, o que deu um tempo para eu preparar uma flecha, só que ele jogou uma "bola-bomba" que pegou fogo e eu tive que desviar, logo em seguida ela explodiu, o que fez eu errar a flecha, o que fez o cara correr. O Sinuca (ele se denominou assim) entrou em um vagão e se mandou e eu, logicamente, segui ele, mas tive que me arriscar pulando no metrô. Dei sorte de acertar e fui atrás dele e quando vi, ele estava segurando um cara normal, que deu azar porque pensou que era um filme e zoou o cara, que tomou uma bolada na cara e caiu desmaiado, mandei o povo no local cuidar e disparei uma flecha no vagabundo, que conseguiu derrubar mais da metade das bolas dele.

Sinuca correu até achar umas vigas no teto e pulou, começou a se balançar nelas feito um macaco. Sorte que eu também já treinei como acrobata e segui ele. A gente ficou se encarando e eu perguntei se ele era da Cross e o canalha falou que trabalhava para quem realmente era importante, e eu nem perdi tempo e disparei uma flecha na direção errada de propósito. Posso estar tenso, mas Clint Barton nunca errará uma flechada. Ele zombou de mim e eu sorri pensando que tinha lançado a flecha explosiva, que naquele lugar jogaria o cara no chão, mas era uma flecha bumerangue (não me pergunte como funciona, o Hank uma vez criou uma ponta que deixava a flecha funcionar como um bumerangue) que voltou em mim. Para não ser perfurado, eu pulei, só que isso deu chance para o Sinuca acertar uma belíssima bolada na minha cara. Eu consegui aguentar, mas por causa disso eu cai das vigas e bati no chão, desmaiando.

Quando acordei, estava em um lugar que não sabia, preso do lado da Harpia. Ela disse que a freira se revelou uma vilã que ela já tinha ouvido falar, Granada. Assim como o Sinuca, são mercenários em busca de dinheiro, o que fazia sentido já que ele falou que trabalhava para alguém. A lógica seria ser o pessoal da Cross, mas o cara que me venceu (foi por azar meu, eu ia vencer) disse que foi outra pessoa. Quem mais poderia ser? Foi quando entraram no cômodo os vilões de antes e outro cara. Ele usava uma roupa bem feia, parecia um vilão das histórias em quadrinhos dos anos 80. Foi então, que como todo vilão idiota, ele nos contou o plano dele.

Fogo Cruzado era o nome de vilão. Foi ele que orquestrou tudo. Ele tomou o controle da Cross e me contratou, ele que contratou o Sinuca, a Granada e o Silenciador. Ele que começou a montar a máquina que falaram antes. De acordo com ele, é um ex-agente da CIA que mudou seus interesses e quer "fomentar a desordem por lucro". O plano dele era EXTREMAMENTE RIDÍCULO. Sério, vocês não acreditam. Ele iria me matar me deixar morto em algum lugar aleatório da cidade para me acharem, logo, a notícia de que um herói dos Vingadores morreu faria toda a comunidade heroica se juntar em um enterro para mim. Por meio dos caras que ele contratou, iria encher todos as outras funerárias de pessoas para os Vingadores terem que me enterrar obrigatoriamente na que ele comandava (que era o lugar onde estávamos presos). Assim que todos os heróis estivessem reunidos, o cara ia ativar sua arma de controle mental para fazer todos os heróis se matassem ali mesmo. Assim, os heróis sobreviventes não iriam se perdoar e o governo iria ficar contra os heróis e ele poderia virar um agente dele, usando sua iniciativa para ganhar confiança do público e no futuro comandar o mundo. Sim, é isso. Eu perguntei por que tinha que ser eu e ele falou que era porque o arqueiro aqui é o herói mais fácil de matar e por ser um Vingador chamaria atenção.

Eles nos soltaram (sem nossas armas) e saíram. Eu tentei abrir a porta e não consegui. Eu e a Harpia começamos a conversar e ela falou que a gente iria conseguir, eu falei que se caso acontecesse alguma coisa queria pelo menos deixar claro uma coisa e beijei ela. Ela correspondeu e eu fiquei como? "Consegui conquistar ela!". Mas eu devia saber que ia acontecer alguma coisa. Foi quando começamos a ficar alterados, parecia como se algo nos modificasse, dava vontade de se matar. Essa era a máquina de controle mental. Acho que ele não sabia o nome, era só de forçar a gente a ter vontade de matar. Voltando ao principal, eu e a Harpia não aguentamos e começamos a lutar. Mas não era uma luta normal, a gente estava parecendo animais se matando. Vou ser sincero, eu apanhei MUITO, mas MUITO mesmo. Uma hora eu fui acertado por ela e bati as orelhas no chão, nesse momento, eu não escutei nada, mas foi quando eu percebi como a máquina funcionava. Ela nos forçava a lutar por meio de alguma frequência sonora, ou seja, se eu não escutasse nada aquilo não me afetaria. Mas ela me pegou e voltamos a lutar, eu não consegui nem pensar em um plano. Eu consegui segurar ela e jogar em um câmera, o que desativou ela.

Nesse momento a gente voltou ao normal. Ela veio pedir desculpas e eu disse que aquilo não era ela, era da máquina. Falei para ela que tinha um plano e me afastei, quando peguei uma ponta de flecha que botei na boca. Não deu tempo de pensar que a câmera voltou a emitir a frequência. De alguma forma, a Harpia conseguiu se segurar um pouco, o que permitiu eu ter tempo de ativar a ponta da flecha com a minha língua. Isso me deixou praticamente surdo, mas não era mais afetado pela máquina. Ah, e agora eu uso um aparelho auditivo. Já a Harpia...

A gente continuou lutando. Quer dizer, ela. Eu fiquei só me defendendo, não podia machucar ela. Quando eu acertei um soco bem no queixo dela, que machucou gravemente ela e quase quebrou o nariz. Mano, que ódio de mim mesmo. Mas pelo menos consegui aproveitar para jogar ela na câmera, o que finalmente acabou com aquela máquina. Ela estava desmaiada e eu tentei acordar ela. Nada. Foi quando a Granada e o Sinuca entraram. Fingi estar desmaiado e aproveitei isso para pegar uma bola do Sinuca e acertar na cara dele, bela vingança. A Granada não teve tempo para reagir e eu acertei ela. Sai correndo até uma sala que eu vi no final do corredor, só pensando na Bobbi.

Quando cheguei lá, vi uma coisa que de certa forma, era esperada. O Fogo Cruzado estava segurando meu arco com uma flecha afiadíssima. A porta atrás de mim se trancou e ele puxou a corda. Mas ele não esperava que meu arco era especial, assim como as flechas. A corda é especial e é extremamente difícil de puxar a corda, mas eu tenho meus treinos físicos. Ele não conseguiu e essa foi minha chance. Puxei uma ponta de flecha aleatória e (torcendo para que desse certo) joguei. Era uma ponta explosiva e ela explodiu ali na cara do Fogo. Ele caiu quase morto, acho que tinha como salvar ele, mas sabe... eu tinha minhas prioridades.

Eu voltei até a Harpia e beijei ela. Eu chorei naquela hora. Sério, eu tinha feito a mulher que eu amo morrer. Um milagre aconteceu, a Bobbi estava viva. Sério, eu não acreditei e corri até a sala do vilão de novo. Peguei o celular da Bobbi que havia sido tomado e liguei para a polícia e ambulâncias.

Depois das horas, a Harpia foi levada para um hospital e os vilões presos. Menos o Fogo, ele acabou morto. Eu deveria estar me sentindo mais culpado, mas sabe... Os policiais tentaram falar comigo, mas na hora eu estava surdo e não consegui escutar nada. Eu não sabia o que fazer, então fui até a mansão dos Vingadores.

E assim eu parei aqui, no meu apartamento, em mais 5 meses de folga, com um aparelho auditivo criado pelo próprio Stark e Pym, que também me ajudaram para tomar o prédio de volta. Eu não sei o que fazer ainda, na verdade, eu quero achar a Harpia. Eu amo ela, mas eu acho que ela vai fazer algo da vida em vez de ficar com o Arqueiro aqui. Então essa é a história da minha última semana, onde eu quase fiquei surdo, conheci e estou separado do amor da minha vida e consegui flechas novas. É, foi isso. Tchau gente. Eu não sei quando vou fazer outro blog, mas acho que em breve. 

GUIA DE REFERÊNCIASEditar

  • Toda a história é baseada em 3 capítulos da mini-série do Gavião Arqueiro escrita por Mark Gruenwald. Só que com algumas mudanças como:
    • O Gavião é salvo pela Harpia após ficar desolado por ter sido abandonado por Sheila, apanhando para alguns garotos;
    • O Jorge nunca é trocado;
    • O Silenciador enfrenta Gavião e Harpia em uma sede da Cross;
    • A morte do Silenciador ocorre após ser jogado dentro de uma chaminé pelo Gavião;
    • O prédio inteiro da Harpia é destruído e eles já estão com seus equipamentos quando ocorre a explosão;
    • A batalha da Harpia e Granada é cortada por o Gavião não ter assistido;
    • Fogo Cruzado não morre;
    • No final, Gavião e Harpia ficam juntos mesmo após ele acabar ignorando-a por não querer contar por estar surdo;
  • No final, por estar muito emocionado por estar contando a história, o Gavião fala o nome verdadeiro da Harpia: Bobbi Morse. 
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