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Boa tarde, pessoal! Como estão? Espero que esteja tudo indo bem. Hoje, estou trazendo uma novidade para vocês. Estou publicando para vocês hoje o Trailer-Fic Oficial da minha futura fanfic baseada na equipe Quarteto Fantástico da Marvel Comics. Intitulada Quarteto Fantástico: Missão Um. A história está sendo finalizada e será publicada oficialmente às 19h do dia 25 de junho de 2020. Espero vê-los lá em breve! Fiquem agora com o trailer. Até breve!



Edifício Baxter, New York.

No mais moderno e majestoso prédio da área de Manhattan, em uma ampla sala de reuniões dos últimos andares que servem como sede da Baxter’s Enterprises, uma enorme mesa de carvalho escura com mais de vinte cadeiras é ocupada por diretores e acionistas da empresa.

Entre os membros principais presentes na reunião, se encontrava o Presidente Executivo da Baxter’s, o Sr. Noah Baxter. Além dele, outros acionistas importantes se sentam ao seu lado, como o ambicioso Harold Flyn e a sensata Dr. Grace Lancaster.

Além deles, também estavam sentados ao lado de Noah, o seu sócio e amigo, o médico Dr. Franklin Storm e sua filha geneticista, Susan Storm.

Sobre o centro da mesa, havia um moderno projetor holográfico criado por Reed Richards, que se andavam em torno da mesa, controlando o aparelho por um controle remoto.

O projetor emitia imagens do espaço, mostrando uma nuvem brilhante orbitando a Terra.

— Observem bem as imagens! — ordenara Reed. — De acordo com os últimos estudos que dirigi em meu laboratório, uma tempestade de raios cósmicos atingiu a Terra há bilhões de anos e o evento coincidiu com o surgimento das primeiras formas de vida no planeta.

— Com certeza uma explicação muito educativa, Dr. Richards — interrompeu Harold, com tamanha insolência. — Mas já o interrompendo, como isso irá beneficiar a nossa empresa?

— Simples — respondeu Reed, encarando Flyn com um sorriso confiante. — Por muito tempo, estamos estudando sobre os diferentes tipos de radiação e isso tem intrigado cientistas em todo o mundo. Agora, pensem: se a radiação cósmica pode ter desencadeado o surgimento de vida no nosso planeta, por que não a curá-la, melhorá-la ou, até mesmo, prolongá-la?

Após sua última frase, uma infinidade de sussurros se instaurou no ambiente, com todos os diretores comentando entre si a respeito do que Reed havia dito. Confiante de sua pergunta foi o suficiente para instigar a curiosidade dos presentes, ele apenas ajeitou seu jaleco e sorriu confiante.




Laboratório do Reed, Edifício Baxter.

Além de prédio comercial e residencial, e sede da Baxter’s, o prédio também é o lar e laboratório pessoal do brilhante Dr. Reed Richards.

Enquanto analisa as últimas imagens que recebeu do satélite Xcon-95, Ivan Kragoff entrou na sala como um raio, disparando-se a encontro de Reed, batendo a mão com força sobre a mesa.

— Você me pede para sair e verificar recursos para o nosso projeto, pra depois fazer reuniões sem mim? — bravejou o cientista.

— Não foi bem isso. — respondeu Reed com uma expressão de desentendido. — Eu pedi para você algo importante, porque precisamos verificar se teremos os recursos disponíveis para construir a base e a nave. Eu marquei a reunião para apresentarmos a ideia, eu só não esperava que fosse rápido.

— Mesmo assim, devia ter esperado eu estar presente. EU ajudei a descobrir os dados sobre a nuvem cósmica, EU que cruzei as datas e descobri a presença dela na Terra pré-histórica. Tenho cinquenta por cento de crédito nesse projeto, portanto, eu devia estar presente em qualquer reunião sobre ele.

— Mas eu não posso obrigar qualquer horário para a junta de diretores e acionistas.

— Corta essa, Reed. Além de marcar a reunião sem mim, você ainda teve coragem de nem mencionar o meu nome. Se fizer isso de novo...




Restaurante Royal 35 Steakhouse

Em uma mesa qualquer próxima a parede, Reed almoçava junto de seu amigo, Benjamin Grimm e sua noiva, Debbie Dawnson.

— Mas então, Reed — chamou Ben —, me explique melhor o que você tinha me dito por telefone.

— Tudo bem. É o seguinte: eu estou me preparando para uma missão de pesquisa no espaço. Estou projetando uma nave especial para essa missão. E eu quero que você pilote, Ben!

— Bom, eu nem sei o que dizer.

— Eu também estou sem o que dizer — falou Debbie.

— Eu estou disposto a pagar o preço que quiser, Ben. Mas acima de tudo, eu não quero fazer essa missão sem você amigo. Você topa?




Edifício Baxter

No corredor perto do elevador, Reed discutia com Susan e Franklin, que discordavam de suas afirmações.

— Reed, sabe que admiro seu trabalho, conheço você desde que era garoto — disse o Dr. Storm, tentando acalmar os ânimos. — Votei a seu favor, mas essa sua pesquisa de mexer com radiação no espaço... Eu não sei, me parece algo muito perigoso.

— Mas Dr. Franklin, entenda, eu tenho feito todos os cálculos e...

— Pode parar por aí, Dr. Richards. — Era perceptível o desdém pelo qual Susan pronunciou o nome dele. — Se está tão certo dos seus cálculos, me diz: quais os riscos de seu projeto falhar?

— Bom, eu... Quero dizer...

— Se não consegue predizer os riscos do seu trabalho, como teremos certeza que podemos confiar no senhor para investirmos o dinheiro da nossa empresa?

— Acha que eu possa estar errado, Dra. Storm?

— Não, Dr. Richards. Só acho que, às vezes, você tem excesso de confiança em si mesmo que acaba por não medir todos os contras do seu trabalho.

— Olha aqui, garota...

— Reed — Franklin exaltou a voz para chamá-lo, advertindo-o. —, eu tolero muitas coisas, mas não irei admitir que maltrate minha filha na minha frente.

— Me desculpe, Franklin, mas sua filha é impossível.

— Tudo bem — respondeu o homem. Contudo, após alguns segundos de reflexão, esboçou um sorriso antes de falar. — Já sei, eu tenho uma proposta para você.

— Como assim, pai?

— Do que se trata, Franklin?

— Durante a sua explicação, você disse que os tais raios cósmicos afetam a genética dos seres vivos, certo? — Reed acena a cabeça em concordância. — Então por que você não integra a Sue na sua equipe de pesquisa? Até porque genética é área dela.

— Está bem — Com certa relutância, ele apertou a mão estendia de Franklin, concordando. — Pode ser que seus conhecimentos vão ser úteis na minha pesquisa — disse, dirigindo-se a Susan.

— Ótimo! — exclamou Franklin, esboçando um enorme sorriso, enquanto Susan encara o pai, perplexa e furiosa.




Plataforma de Lançamento

Vários funcionários se encarregavam de levar os suprimentos e equipamentos da base espacial. Se esgueirando pelas sombras como um animal sorrateiro, Johnny Storm, trajando um uniforme especial projetado por sua irmã que havia afanado, foi se aproximando de umas caixas longe da equipe de trabalhadores, abrindo-as para se esconder dentro delas.

— Se meu pai acha que eu vou ficar longe da diversão, ele que se engane. Se eu me esconder nessas caixas, vou poder passar despercebido até a nave chegar à base. — Ele ria. — A Susan vai pirar quando me ver no espaço.




Sala de Monitoração da Base Espacial

Reed e outros cientistas presentes, observam atentamente as telas do computador. Reed estava revendo alguns cálculos e dados quando um alerta de segurança do computador soou.

Assustado, ele logo se pôs a verificar o que era e se assustou ainda mais. Os radares mostravam que a nuvem cósmica estava mais próxima da base e iria atingi-la em minutos e não horas, como era esperado.

— Droga! — resmungou. — Atenção! — grita para os outros da sala. — Soem o alarme. Mande todos os presentes para a sala dos escudos. A nuvem está chegando.

O pânico se instaura por toda a base espacial. Ninguém estava preparado ainda para os experimentos e a notícia da aceleração da nuvem deixa todos em pânico.

Johnny Storm ouve os alarmes do local e, atônito, saiu da caixa em que estava escondido e começou a perambular pela base espacial, inconsciente da ameaça que se aproximava.




Sala dos Escudos.

Todos haviam conseguido chegar na sala de escudos para se protegerem do impacto da nuvem cósmico. Os escudos foram todos selados, exceto o portão principal de entrada e saída

Ivan correu até Reed, ofegante e desesperado.

— Reed, os espécimes vegetais, eu... Eu não os peguei no laboratório... Eu... Foi mal!

— Droga, Ivan! Eu te falei para colocá-lo na câmara de contenção, para serem expostos aos raios.

Reed olha para um aparelho semelhante a um celular. A tela mostrava um cronometro indicando que ainda havia vinte minutos antes da nuvem cósmica chegar à base.

— Tudo bem. Eu vou colocar as amostras na câmara. Fique de olho em tudo e me aguarde.

— Okay.

Reed correu pela porta, se dirigindo ao laboratório para pegar os espécimes que ele queria expor na câmara de contenção.

Sem que ninguém percebesse, Ivan se dirigiu a um computar afastado de todos e iniciou um programa fantasma para hackear o sistema de programas da base e começou a desligar a energia da câmara, além de tentar fechar os escudos e deixar Reed preso do lado de fora.

Algumas pessoas estavam monitorando as câmeras externas e internas da base, quando um homem percebe a presença de Johnny próximo a área dos banheiros.

— Meu deus! Temos um intruso na nave.

Susan e Ben correm para perto do homem, e quando ela viu as imagens, se assustou ao perceber que era seu irmão.

— Essa não. É o meu irmão, Johnny. Como diabos ele veio parar aqui?

— Temos que ir buscá-lo. Vamos! — ordenou Ben.

Os dois saíram da sala de escudos e bem na hora, as paredes dos escudos se trancaram. Os dois começaram a bater desesperadamente, gritando para as pessoas do outro lado. Só após ouvir os gritos de desesperos de Susan que Ivan percebeu que havia trancado mais de uma pessoa fora dos escudos.

— Essa não! — gritou consigo mesmo.

— Alguém abre essa porta! Abra agora!

— Estamos tentando — berrou um homem que tentava reiniciar o programa para tentar abrir a porta.

As tentativas de Ivan de mexer no programa acabaram danificando-o, e seria necessário reiniciá-lo para recuperar o controle completo da base.

Ivan se sentou ao lado do homem e tentou em conjunto com ele reiniciar o programa, no entanto, o programa hacker que usou acabou se tornando um tiro pela culatra, pois agia por conta própria e estava dificultando o trabalho.

— Droga! O sistema está com algum tipo de programa fantasma — berrou o homem ao lado de Ivan.

— Faça o seguinte. Vou tentar neutralizar esse programa. Você tente religar a energia para a câmara de contenção. — O homem apenas acenou em concordância.

Ivan correu para a porta, gritando para os dois membros da missão trancados de fora.

— Susan, nós estamos tentando abrir a porta dos escudos, mas está impossível. Ao invés disso, pegue seu irmão e vá para a câmara de contenção. Ela foi projetada para diluir a força da nuvem a ponto de torná-la suportável para organismos vivos.

— Okay.

Ela e Ben saíram então correndo em direção ao corredor dos banheiros.




Reed tinha acabado de conseguir colocar todos os espécimes dentro da câmara de contenção e estava pronto para voltar para a sala dos escudos, quando de longe avistou três vultos correndo em sua direção. Eram seu amigo Ben e os irmãos Storm.

— O que estão fazendo aqui? Não era para saírem da sala dos escudos. Que garoto é esse?

— Rápido, pra dentro! Não dá tempo de explicar — gritou Ben.

— O que?

— Anda, Reed — berrou Sue. — Você precisa ativar o campo de contenção magnético. Temos sete minutos antes da nuvem chegar.

Todos entraram dentro da câmara e enquanto usava o computar disponível ali, Ben ia explicando a situação. Enquanto ouvia, Reed tentava a todo custo iniciar o gerador de campo da câmara, mas o programa fantasma de Ivan bloqueava que a energia chegasse totalmente ao gerador.

— Droga! — resmungou ele.

— O que foi? — perguntou Ben,

— Esse programa fantasma... Como ele invadiu nosso sistema?

— Eu não sei — respondeu Sue. — Reed, anda logo com isso!

— Se eu não redirecionar a energia suficiente, o gerador de campo não vai conseguir criar um campo forte o suficiente.

— Essa não! — Ben olhou desesperado para seu relógio. — Só temos dois minutos. Rápido, Reed!

— Calma!

— Mana... — Choramingou Johnny, correndo para Susan e abraçando-a. — Eu não quero morrer.

— Calma, Johnny! Calma! — Ela tentou confortá-lo. — Anda logo com isso, Reed!

— Não, não...

Mesmo conseguindo com a ajuda de Ivan e outro homem na sala de escudos, Reed não conseguiu apagar o programa fantasma a tempo. Ele só havia conseguido dirigir energia suficiente para criar um campo com quarenta por cento da força total.

Reed se virou para seus companheiros e os encarou com puro medo. Ben e Susan se desesperaram, Johnny apenas chorou mais. A nuvem, enfim, atingiu a base e os quatro foram bombardeados pelos raios cósmicos.




Quarteto Fantástico: Missão Um

Escrito por Sr. PandaJao.

Em breve na Wiki Heróis Fanfiction, Nyah! Fanfiction! e no Spirit Social.

Baseado em nos quadrinhos da Marvel Comics, Fantastic Four de Stan Lee e Jack Kirby

© Copyright Marvel Entertainment, Inc. 2020.

Todos os créditos da história, personagens e universo pertencentes a Marvel Entertainment. A história é apenas uma obra ficcional criada de fã para fã, com propósito exclusivo para entretenimento.

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