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Deuses e Mortais
DeuseseMortaisEp1
Informações Gerais
Série Mulher-Maravilha: Deuses e Mortais
Arco Paz
Número do Episódio 1
Sequência
Episódio Seguinte A Verdadeira Amazona
Créditos
Escrito por The Black Soldier
Deuses e Mortais é o primeiro episódio da série Mulher-Maravilha: Deuses e Mortais.

SinopseEditar

Há muito tempo, um dos deuses se rebelou contra seu pai, Zeus. Com isso, ele fora aprisionado em uma ilha, e essa ilha ganharia a proteção das amazonas. Contudo, esse Deus, Ares, ainda prepara o seu retorno, para destruir a raça humana.

EnredoEditar

No começo, havia somente o caos. Mas, de um vácuo surpreendente, surgiu o reino da morte, a noite. Contudo, o amor teria nascido, e consigo, ele trouxera ordem. E de um pequeno planeta, a luz surgiu. Mas um pouco depois disso, havia somente o ódio. Há muito tempo atrás, os famosos conhecidos como criadores do mundo, os deuses, estavam reinando sobre o planeta conhecido como Terra. Zeus era o mais poderoso de seu panteão de deuses, e junto de sua esposa-irmã Hera, eles tinham vários filhos. Um deles era o Deus da Guerra, Ares. Este sentia ciúmes com a criação de seu pai, os seres humanos. Ele os odiava, achavam que não valiam a pena. Para ajudar com a extinção dos seres humanos, ele ocasionalmente faria alguém abrir a caixa de Pandora. Isso provocara a guerra entre os humanos, e ao mesmo tempo, a guerra entre os deuses.

Ares teria se rebelado, e tentou matar seu próprio pai nessa batalha, mas ele fora derrotado e aprisionado em uma ilha, muito longe da terra dos humanos. Mas Zeus sabia que, sem nenhuma proteção, Ares poderia se libertar. Foi por isso que sua filha, Atena, junto de Hera e Afrodite, chamariam um exército um tanto diferente para proteger o local. Elas eram mulheres, algumas escravizadas, algumas sofriam nas mãos de seus maridos. As mulheres eram, na verdade, as que mais sofriam naquele mundo. Com o recrutamento destas mulheres, elas foram renomeadas como amazonas. Para mostrar o sinal de uma nova vida, elas receberiam novos nomes. A líder delas se chamaria Hipólita, sua irmã mais velha era conhecida como Antiope, e a mais nova, Pentesileia. Todas as amazonas foram enviadas para a ilha em que Ares estaria aprisionado, a Ilha Paraíso, mais conhecido ao redor do mundo, naquela época, como Themyscira.  Aquelas que viviam lá foram abençoadas pelas deusas com o dom da imortalidade, e foram treinadas por milhares de anos para Impedir o retorno de Ares, ou outras ameaças como invasores indesejados. Na verdade, naquela época, Themyscira era aberta para visitas de homens do exterior, como continha uma ponte para outros reinos. Um dos homens que teria ido para lá era o filho de Zeus, Hércules, que desejava o cinturão de Hipólita, que concedia a ela sua força e coragem. Na primeira batalha, Hércules falharia em derrotá-la.

Mas assim que retornou, teria retornado com um exército, junto de seu aliado, Teseu, o filho de Poseidon. E nisso, uma guerra teria começado, entre o mundo dos homens e as amazonas. Aquela guerra havia durado anos e anos, uma batalha que parecia não ter fim. As amazonas sempre levavam a melhor em cada batalha, por serem mais treinadas e mais habilidosas do que os homens que enfrentavam. Em um dia, Hércules teria pedido uma trégua, e logo as amazonas e os homens se unificaram. Mas aquilo não passaria de uma mentira dos homens, e eles teriam colocado as amazonas em um sono profundo usando bebidas. Quando acordara, Hipólita estaria acorrentada. – O que você fez, Hércules?! Seu desgraçado! – Ela berrou, cheia de raiva dentro de si. Ela tentou atacá-lo, mas as correntes não permitiram. Hércules, observando aquele esforço inútil, se aproximaria dela e apanharia suas mãos.

– Cale a boca, sua mulher ridícula! Acha que eu faria algum tipo de acordo de paz com vocês, amazonas?! Se acham superiores porque foram ensinadas por uma deusa?! Eu sou filho do Deus dos Deuses! Você não é nada perto de mim. – ele disse. – Se acalme, eu não fiz nada. Ainda. – deu um sorriso maligno. Ela começaria a gritar de raiva, e como uma resposta ao seu grito, teria recebido um tapa do filho de Zeus, em seu rosto. – Pare de gritar, ninguém aqui gosta de mulher que chora. Vadia. – ele disse, partindo da cela dela e levando seu cinturão em seus braços. Cheia de raiva em si, Hipólita atraiu um guarda para dentro e conseguiu derrubá-lo usando sua corrente de metal para estrangular o homem. Desmaiando-o, a rainha das amazonas pegou a espada do homem e conseguiu cortar sua corrente em um acesso de fúria. Ela foi atrás de cada cela que tinha uma mulher, mesmo as que ela nem mesmo conhecia, que nem eram de Themyscira. – Uma prisioneira se soltou! –, toda hora um homem que veria ela, antes de ser nocauteado, dizia as mesmas palavras. Hipólita teria libertado e recrutado todas as mulheres que haveriam no local. Junto de sua irmã, Antiope, ela procurava Pentesileia em todo lugar, mas a encontrou em somente um.

Ela seria encontrada nos aposentos de Hércules, mas não estava respirando. Havia sido assassinada. Quando o mesmo apareceria ali, alguns instantes depois das irmãs chegarem no local, teria gritado palavras desconhecidas, que não eram grego clássico. - Minha irmã... Seu humano imundo! – avançou Antiope, utilizando sua espada para começar uma batalha com Hércules. Este usava o cinturão da rainha, que concedia a ele mais força e mais coragem do que ele já tinha, e teria derrotado Antiope facilmente. Mas Hipólita não se rendeu, mesmo com a derrota de sua irmã. Ela rezou para os deuses, e confrontou Hércules. Mesmo não vencendo a batalha, ela venceu a guerra, no momento em que chamou os divinos. Atena escutou suas preces, e junto de Zeus, eles tiraram os poderes de Hércules, e junto de Teseu, o mesmo havia fugido nos momentos seguintes. Depois de completar seus doze trabalhos, Hércules fora aprisionado pelo seu pai para aguentar o peso da ilha de Themyscira, como Atlas fora aprisionado para separar os céus da Terra.

Tempo depois que Hércules recuou, as amazonas criaram um conselho em sua ilha e decidiram se separar do “mundo dos homens”, como era chamado pelas amazonas, destruindo suas ligações com os reinos que existiam por lá. Logo, todos que viviam naquele mundo teriam esquecido sobre o reino de Themyscira, a Ilha Paraíso. Com isso, centenas de anos se passaram. O perigo havia passado, acreditava Hipólita. Mas para Antiope, era difícil de acreditar. Ela sabia que os homens ainda estavam por aí, e passou a pensar no que Ares era. Sem a guerra, não há paz, ela pensava. Enquanto isso, a fiel escudeira de Hipólita, Núbia, sentia que algo estava chegando naquela ilha. Ela já estava preparada, mas achava que não conseguiriam derrotar aquilo. Aquilo era o poder de Ares chegando, mas somente ela sabia o que estaria para vir. Isso seria perto dos recentes anos, onde Hipólita ganharia uma filha. A maioria das amazonas conhece a história de Diana: Hipólita teria pedido aos seus deuses protetores uma filha, e a ganharia esculpindo um bebê de barro, que ganharia vida e seria abençoada com o poder de cada Deus que ajudou em sua criação.

Mas havia uma segunda lenda, que diria que Hipólita havia compartilhado da cama de Zeus e teria engravidado, pelo desejo de ter uma filha. Aquelas que contavam essa lenda eram chamadas de malucas, até mesmo pela própria rainha, que não acreditava como algo tão bobo era tão famoso assim. Diana teria sido criada como filha de todas na ilha, cada uma cuidava da criança de seu próprio jeito, mas ela era proibida de ser treinada, pois, mesmo tendo sido criada para destruir qualquer ameaça à Themyscira, sua mãe tinha medo de que perdesse sua filha. Assim, foi a infância da pequena Diana. Ela foi criada como uma criança comum era: mimada. Teria ganhado de presente a cada ano, bonecos feitos pelas mães diferentes que ela tinha. Quando Diana teria 7 anos, uma bebê teria chegado na ilha também, mas graças a um naufrágio que foi destruído. A pequena bebê, perdida, foi adotada por uma velha amazona que vivia por aquela região. As amazonas nem souberam o seu nome, que estava em uma língua estranha, em uma etiqueta de sua roupa. “Para Donna, de presente”, estava escrito em língua que elas não conheciam.

A criança seria chamada de Troia, e havia crescido com aquele nome no meio de suas mães, e considerava Diana, a menina que viria a ser sua melhor amiga, uma irmã. Quando Diana atingiria os 13 anos, fugiria de casa todo dia para ver o treinamento que sua outra mãe, Núbia, dava para as amazonas inexperientes. Diana gostaria de ser treinada, mas sua mãe nunca deixaria. – Então, mocinha, você quer saber como lutar, não é? – disse Núbia em um dia, quando teria descoberto que Diana a espionada. Assim que escutou as palavras, Diana aceitaria no exato momento com a sua cabeça indo para cima e para baixo, sinalizando concordância. – Tudo bem, mocinha, só espero que sua mãe não saiba disso – Núbia dissera. Nos dias que vieram, Diana fora treinada secretamente por Núbia. Seu primeiro teste era capturar uma égua que andava por ali, no matagal. Diana começaria atacando e surpreendendo-o, cortando sua pata, fazendo-o bater em disparada. Ela seria detida por Núbia, quando queria seguiro a égua. 

– Por que usou a lança? Tua missão era capturar, não matar – ela dissera. – Com a corda não daria certo! – tenta explicar Diana. – Então decidiu matá-la? E o respeito por seu inimigo? – Núbia a responde. – Ah, por favor, Núbia, era uma égua só. – Diana responde, dando de ombros. Núbia a pede para segui-la, e ela o faz. Elas encontram a égua, que estaria com seus filhotes. – Uma... Mãe? – fala Diana, surpreendida. Nubia então decide explicar a ela, enquanto acaricia a égua: – Nós sempre respeitamos nossos adversários. Sempre os entendemos. Somente atacamos quando não há opção, e matamos quando devemos. Entender seu adversário pode ser a sua arma mais poderosa. Você pode capturar o inimigo mais poderoso desse jeito, ou se isso falhar, use para antecipar seu inimigo em uma batalha – ela termina, olhando para Diana. – Eu... Eu não pensava assim... Desculpe-me, Núbia. – Diana se ajoelhou. Núbia riu por alguns segundos e decidiu ajudá-la a levantar.

– Não fique de bobagem, Diana. Você é jovem. Tem muito a aprender, e eu terei muito o que te ensinar – as duas se entreolharam, sorrindo. Então, oito anos de treinamento pesado se passaram. Diana teria se tornado uma guerreira nobre, em segredo de sua mãe. Troia teria completado 14 anos, e começou a ser treinada por Diana secretamente, e as duas eram supervisionadas por Núbia. – Não se esqueça, Troia! Não mate se você pode ferir, não fira se você pode subjugar, não subjugue se você pode pacificar, não levante a sua mão sem que primeiro você a tenha oferecido, entendido?! – Diana sempre repetia para sua aprendiz. Um dia, enquanto cavalgava com seu cavalo, Kachi, Diana encontraria uma árvore peculiar. Ao chegar mais perto da árvore, ela é atacada por uma cobra que estava lá por dentro, desmaiando graças ao veneno. Troia, que assistia isso, ajudou sua amiga e a levou para o centro médico da ilha.

– Diana foi mordida por uma cobra da árvore! – ela chegou gritando e avisando a rainha. Assim que ouvira, a rainha levantou-se de seu trono, surpresa e, ao mesmo tempo, com medo. Ao chegar no centro médico, ela vira a marca que ficou no braço de sua filha. Era pequena, mas tinha a mesma forma daquela gigante árvore. – Ares – disse Hipólita. – Hessia. Cuide dela. Por favor. Irei consultar a oráculo – pediu a rainha se virando para uma amazona de pele mais escura que estava ali. Entrando aos prantos, Hipólita encontrará a oráculo das amazonas, Althea. – Oráculo. Diana... Descobrimos que Ares está com poder para... Envenenar ela. – a rainha explicou-se. Abrindo os seus olhos, a oráculo revela a íris de seus olhos sendo totalmente branca. – Eu vejo isso. O que o futuro mostra... Um homem. Uma competição... Será feita. A vencedora... Levará o homem de volta ao seu mundo e impedirá... Oh não. – ela pisca novamente, e sua íris se torna esverdeada. – Ares. Ele conseguirá poder total para voltar, minha rainha. – ao ouvir as palavras, Hipólita entraria em choque. Por sorte, Hessia conseguira curar Diana com o famoso “raio púrpura” das amazonas. Semanas se passaram, e Hipólita ainda temia o possível retorno de Ares, que não parecia estar tão perto por agora.

Mas o dia da semana que mais assustou Hipólita foi quinta, onde a previsão de Althea se concretizou. Um homem teria chegado a Ilha em um avião, ou pelo menos, o resto do avião. – Me... Ajuda... – aquele homem loiro que falava uma língua diferente fora encontrado por Núbia.

PersonagensEditar

CuriosidadesEditar

  • A interação entre Núbia e Diana foi baseada na interação entre Philippus e Diana em "A Lenda da Mulher-Maravilha". 
  • O ataque de Hércules é baseado na primeira história do arco "Mulher-Maravilha: Deuses e Mortais". 
  • A guerra entre os deuses e Ares foi baseado no título "Renascimento" da Mulher-Maravilha.