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Duas Faces
Questão2
Informações Gerais
Série O Questão: O Diabo nos Detalhes
Temporada 1
Arco Corruptela
Número do Episódio 2
Sequência
Episódio Anterior Aversão
Episódio Seguinte Mansão Bertinelli
Créditos
Escrito por NerdHero08

Duas Faces é o segundo episódio da série O Questão: O Diabo nos Detalhes

Sinopse Editar

Charles Szasz investiga Aristotle Rodor, um antigo amigo.

Enredo Editar

Nos Episódios Anteriores Editar

– Quero o nome da substância e o amigo com quem você desenvolveu o projeto. Agora! – Exclamei.

– Pseudoderme é o nome da substância. Meu amigo se chama Aristotle, Aristotle Rodor.

Então fiquei boquiaberto e soltei o homem, coloquei as mãos em meus bolsos em quanto arregalava meus castanhos olhos. E saí andando de lá, enquanto ouvia barulhentos passos de Twain fugindo, mas ignorei-o e continuei a seguir em frente.

Segunda, 13 de Novembro, 2017 Editar

Após a minha longa madrugada ligando os fatos em minha investigação sobre o mandrágora, fui dormir. Hoje, acordei cedo, às sete horas e meia. Tirei o dia de folga no jornal para adiantar as minhas investigações criminais relacionadas a Stefano Mandrágora. Na minha faculdade, tive um professor chamado Aristotle Rodor, mas eu chamava-o de Tot. Ele foi meu mentor e me ensinou tudo de que precisava para ser um bom telejornalista. Eu estava interrogando Barby Twain, o produtor de uma droga titulada de pseudoderme, que cobria todo o rosto. Então vesti uma camiseta básica preta e uma calça jeans de cor cinza. Não irei vestido igualmente a minha aventura anterior, pois iria rever um velho amigo, éramos próximos. Deve haver alguma explicação, ele é um homem bom, coisas ilegais eram as últimas coisas que iria fazer. Fui andando calmamente até a faculdade, com certeza o velho ainda dava aulas naquele lugar. Em meia-hora, então, finalmente cheguei. Faltavam cerca de dez minutos para sua aula acabar. Após o devido tempo, meu professor, de pele negra e cabelos pretos sempre assanhados, com uma grossa barba e olhos castanhos, que usava um jaleco branco e uma camiseta azul por dentro, apareceu, sempre pontual e organizado. Então esperava-o na porta, encostado no portão e abaixo do letreiro, que dizia “Faculdade Municipal de Gotham”. Ele me viu. Nos entreolhamos, ele inspira, provavelmente já saberia o motivo no qual eu estaria aqui. Veio em minha direção, e levantou a mão, pedindo para que eu lhe cumprimentasse. Pensei rapidamente e decidi atender seu pedido.

– Oi Victor – Disse meu professor.  – Quanto tempo.

– Tot. – Falei. – Faz um bom tempo. Preciso conversar com você urgentemente.

O Clima ficou mais tenso, ele com certeza sabia porque queria conversar com ele.

– Eu sei do que se trata, é sobre meu envolvimento com a produção da pseudoderme. Eu te conheço Charles. Posso lhe explicar tudo, sabe que não sou um corrupto.

– Também te conheço, você não faria algo do tipo. Explique-me.

– Sequestraram minha filha, ameaçaram matá-la. Ela é um bem em que não posso trocar, é meu tesouro. Então trabalhei com um cara chamado Barby Twain. Não podia contar para ninguém, caso contrário matariam ela. Espero que compreenda o meu ponto de vista e entenda o motivo pelo qual não compartilhei esta mensagem a ninguém.

– Está explicado. Mandrágora estava com ela?

– Quem organizou o sequestro foi um mafioso chamado Frank Bertinelli. Está nessa por dinheiro, creio.

– Investiguei isso e pensei nesta possibilidade, mas decidi descartá-la. Era muito previsível para ser verdade, eu já sabia da presença de Bertinelli nesta organização, só não em que lugar. Também soube que ele é cliente e vai adquirir muitas das máscaras de pseudoderme.

– Vic, você está fazendo justiça por aí, mas não tem medo de que façam com você o mesmo que fizeram comigo? Sequestraram um ente querido e me ameaçaram. Acho que você deveria vestir uma máscara. Tenho uma ideia, você pode utilizar a pseudoderme, ainda tenho uma substância em casa. É diversificada, diferente das existentes, altera a cor do cabelo, deixa ardentemente mais negro, o mandrágora não sabe da substância que altera a cor do cabelo.

– Tot, isso seria muito útil para mim e agradeceria bastante se pudesse fazer isso – Disse.

Então fui em seu carro, um clássico os anos 90, não me lembro o nome ao certo, mas ainda funcionava como um carro zero. Chegamos após dez minutos, descemos do carro, ele já estava com a chave da casa na mão. Descemos do carro. Era uma casa bonita, mas com um cheiro horrível, não consigo distinguir algo semelhante a aquilo. Uma casa pouco maior que um kit-net, com paredes de pinturas antigas de cor rosa, com teto feito de tijolo. Então ele me levou até seu quarto, e me mostrou uma máscara, não tinha olhos nem boca, deu-a pra mim. Olhei diretamente para a máscara enquanto segurava-a nas mãos, e coloquei-a. Fui ao espelho que Tot mostrou-me, fiquei assustado primeiramente, pois percebi que estava sem olhos e boca, mas logo acalmei-me. Também percebi que a cor do meu cabelo tinha mudado, eu sou ruivo, e meu cabelo ficou preto, o que é totalmente estranho, por mais que Tot tenha me avisado. Acho que com essa máscara não são capazes de saber quem é Charles Szasz, ela pode causar medo, é o que vou fazer. Vou começar investigando Frank Bertinelli, e começo agora.

Personagens Editar

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