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A Caçadora
Questão5
Informações Gerais
Série O Questão: O Diabo nos Detalhes
Temporada 1
Arco Combate
Número do Episódio 5
Sequência
Episódio Anterior Acossamento
Episódio Seguinte Investida
Créditos
Escrito por NerdHero08

A Caçadora é o quinto episódio da série O Questão: O Diabo nos Detalhes. Dando início ao arco Confronto.

Sinopse Editar

Charles Szasz tenta fazer uma parceria com a filha do mafioso Frank Bertinelli, Helena Bertinelli, inusitadamente.

Enredo Editar

Terça, 24 de Setembro, 2017 Editar

De oito horas da noite, cheguei em Uptown. Era a área residencial preferida de acordo com os civis de Gotham. Essa posição, porém se perdeu, para Bristol e Neville. Podemos encontrar profissionais, operários, pequenos comerciantes, ricaços e tipos esquisitos, todos vivendo lá. Uptown é muito tolerante com essa diversificação, e a mistura dos vários tipos de gente faz dele o mais excitante bairro de Gotham de acordo com as pessoas que aqui vivem. Acho um tanto que estranha. Próximo do meu destino, tinha visto um homem magro de pele caucasiana, mancava bastante, com alguma deficiência nos ossos de sua perna direita, usava um chapéu e um guarda-chuva de cor roxa, provavelmente louco, pois nem estava chovendo. Chegando então na Rua 17, vi o restaurante no qual Tot falava, se chamava “Freddy Fazbear’s Pizza”. Em frente havia uma casa, porta de carvalho escuro, paredes tingidas de um vermelho forte, com largas janelas nos dois andares da casa. Aparentemente de Helena. Então me aproximei e toquei a campanhia. Dei alguns passos para trás e levantei meus braços, dando a entender que eu estava me rendendo. Ela provavelmente estava dormindo, pois não ouvi nenhum ruído, até que escuto o trinco da porta locomover-se, produzindo um estrondoso barulho. Então vi-a, estava apontando uma balestra em minha direção, usava uma calça de couro preto e um casaco preto, cobrindo uma camiseta de mesma cor, usava o capuz mas podia ver com clareza seus olhos negros e uma linda pele caucasiana, sem contar com seu tênis também de couro, porém de cor bege. Ela estava com um rosto extremamente raivoso, quando perguntou:

– Quem é você? O que meu pai quer? Cadê seu rosto? Se era para me assustar, fracassou ao extremo. Já vi coisa pior.

– Sei que não vai confiar em mim, e nem tem motivo para isto. Eu estou aqui para propor uma parceria. – Falei, precipitadamente.

– Você está louco? Eu nem te conheço! Parceria do quê? Começa a falar agora, caso contrário te encho de flecha e de porrada.

– Ontem eu invadi a mansão Bertinelli para interrogar seu pai, quero destruir o império de um mafioso chamado Mandrágora. – Falei, enquanto abaixava meus braços. – Eles trabalham juntos, mas quando cheguei, você apontava uma balestra para ele. Então decidi recuar e repensar minhas estratégias. Aqui estou para oferecer uma parceria. Você me ajuda a derrotar Mandrágora, eu te ajudo a derrotar seu pai.

– E por que derrotar meu pai facilitaria a derrota do tal mandrágora? – Falou, abaixando sua arma.

– Ele contribui bastante em vários setores de sua máfia, pode se dizer que sem Frank o império dele cairia o bastante para eu derrota-lo com minhas próprias mãos. Conseguiria destruir ele aos poucos. Fiz uma investigação sobre ambos, e tenho coisas que posso fazer para que seu pai seja entregue a justiça, sem precisar matá-lo.

– Como posso confiar em você? Isso faz bastante o estilo do meu pai, para descobrir todos meus planos, entre outros.

– Não pode, e não confie em ninguém.

– Então... por onde começamos?

Personagens Editar