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Espírito da Verdade
DeuseseMortaisEp4
Informações Gerais
Série Mulher-Maravilha: Deuses e Mortais
Arco Paz
Número do Episódio 4
Sequência
Episódio Anterior Portas Abertas
Episódio Seguinte ...
Créditos
Escrito por Usuário: The Black Soldier
Espírito da Verdade é o quarto capítulo de Mulher-Maravilha: Deuses e Mortais

SinopseEditar

Diana e Tom Tresser precisam confrontar uma grande ameaça quando uma pessoa do passado de Tom retorna. 

EnredoEditar

- Eu... Preciso de ajuda – uma voz é ouvida em uma das salas do Piquet – Alguém... Me escutando? Por favor... – diz a voz ofegante. – Eu tô aqui! É o Nêmese! – Tom Tresser estava sentado na sala, ouvindo ao chamado, e decidiu respondê-lo – Quem fala?! – ele diz, nervoso. – Sou eu... Agente... Light... Tresser... Nós falhamos... Eu falhei... Estão todos mortos... – ele diz, deixando Tresser nervoso. – Arthur, onde você está? Podemos te resgatar! – Tresser pergunta, com um pouco de esperança. – Não dá... Cizko... – ao ouvir o nome, Tresser fica mais surpreso ainda – Ele... Capturou o agente Desmond... Mas... Descobrimos onde ele irá se encontrar para vender as crianças... – a voz parece falar mais baixo a cada palavra. – Onde?! – responde Tresser, quando ele começa a ouvir tiros vindos do headset o qual ele usa para falar – Arthur?! Agente Arthur Light? Vamos, Arthur! – O silêncio começa, e a voz do agente Light não é mais ouvida – Cizko ... Seu desgraçado.... – Tresser larga o headset em cima da mesa e põe as mãos em seu rosto, com lágrimas passando por suas mãos e pingando no chão.

- Licença, licença – Barbara dizia, com dois sacos de pipocas em sua mão, passando por pessoas em uma sala de cinema, procurando se sentar, e atrás dela vinha Diana. – O que estamos fazendo aqui, Barbara Ann? – perguntou Diana, se sentando ao lado de sua amiga após Barbara encontrar um lugar apropriado. – Como assim, Di? Na sua ilha do paraíso, não tem cinema? – ela pergunta, sorrindo e comendo pipoca. – E o que... é... cine..ma? – Diana pergunta, olhando ao redor e vendo as pessoas sentadas, confusa. – É como... Sabe as peças que você me disse, que acontecem na sua ilha? – Diana confirmou com a cabeça – É quase a mesma coisa – ela se vira, e vê a tela gigante a frente das duas mostrando alguns trailers – Londres é espetacular se souber aproveitar – Barbara sussurrou para sua amiga. A tela mostra um tiroteio, apresentando a Segunda Guerra Mundial. Diana se levanta com os barulhos. – Mas o que, por Atena, é isso?! – ela grita.

Ela então usa o seu bracelete, achando que as balas vinham em sua direção. – Barbara Ann, precisamos sair daqui! Eles tem a arma do teste do trovão! – ela grita, e as pessoas ao seu redor olham para ela. Ouvindo aquilo, um lanterninha aparece na sessão, botando a sua lanterna cara de Diana. – Moça, você precisa sair, por favor, essas pessoas querem ver o filme – ele disse, com Diana o observando. – Filme? Então, muito bem. Vamos, Barbara Ann. Aqui é perigoso demais – Diana disse, puxando o braço e saindo do cinema para as ruas. – Diana, o que diabos foi aquilo? – Barbara perguntou, olhando apreensiva para sua amiga. – Como assim? Eles tinham a arma do teste do trovão, da qual eu te contei. Era perigoso para ficarmos lá. Bem, pra mim, uma amazona, não. Mas você é uma mortal – ela disse, prosseguindo.

- Diana, aquilo não ia machucar a gente, era como as peças, lembra? – Barbara fala, seguindo-a. – Barbara Ann, as peças eram reais. Aconteciam em nosso coliseu, e era bem divertido. Mas isso... É perigoso – Diana diz. – Diana, aquilo não era real, é como a televisão que eu te mostrei, lembra? – Barbara explica. – Ah, por quê não disse antes? – Diana diz, irritando sua amiga, e as duas continuam seu caminho. Ao chegar no Piquet, as duas se encontram com Etta, Tresser e mais um agente discutindo. – Olha aqui, você pode pegar a sua equipe e enfiar ela bem no meio do seu... – mas ele acaba por ser interrompido por Etta. – Tresser, se acalme. Paillard, precisamos da sua equipe, é uma missão urgente – ela diz. – Desculpe-me, Srta. Candy, mas eles também estão em uma missão importante, não acho que o Clinton gostaria de ser interrompido – ele diz. – Então, está liberado, pode ir – Etta diz, e o homem sai andando, enquanto Tresser se vira para a mulher. – O que devemos fazer? Eu não tenho problema de ir sozinho acabar com esse desgraçado – ele diz. – Não, Tresser. É perigoso demais ir atrás do Cizko – Etta o responde.

- Pessoal, o que houve? – Barbara pergunta. Antes de responder, Etta observa a amazona – Diana, pode ficar em outro lugar, por favor? É perigoso para você – Etta diz. – Eu sei me cuidar bem – ela diz, cruzando seus braços. – Então tá... – Etta se vira para Barbara – Edgar Cizko, apareceu mais uma vez... – ela diz. – Como assim?! Achei que ele estava morto a essa altura... – Tresser solta uma risada ao ouvir a palavra “altura” saindo da boca de Barbara. – Usar a palavra altura pro Cizko é engraçado – Tresser diz. – Quem é Edgar Chico? E o mais importante... – Diana fala, dando algumas voltas na sala de comando do Piquet – Onde está o Steve Trevor? – ela pergunta. – O Steve está em uma missão com os amigos estranhos dele – Etta explica – Eles se autointitulam de Paranormais, algo assim. É ridículo. Mas, sobre a sua primeira pergunta.... – ela acaba por ser interrompida. “Eu conto... ”, diz Tom. Vendo Etta responder com um “Tudo bem”, Tom se senta.

- Há muito tempo, lá pra 2008, meu irmão Craig e eu entramos para ARGUS. No começo, era espetacular, incrível. E ficamos aqui por um bom tempo, como pode notar – ele força um sorriso – então, teve um dia em que o Craig foi chamado para uma missão, ela parecia bem normal naquela época, e poderia ser agora. Ele deveria... se infiltrar em uma organização criminosa que sequestra mulheres e crianças e vendem elas. Acho que o nome era “O Conselho”, que nome mais idiota para monstros... – ele diz, batendo sua mão no console da sala – Craig conseguiu se infiltrar junto da sua equipe, mas... O líder dessa porcaria... Era Edgar Cizko. E uma coisa que a gente não sabia é que ele era um meta com poderes de controle mental, esse anão desgraçado... – lágrimas começam a escorrer dos olhos de Tresser – Cizko descobriu o plano do Craig. Ele foi capturado. E foi forçado a matar a própria equipe, e depois... – Tom colocou as mãos na frente de seu rosto. Barbara se aproximou dele e o abraçou.

– Então, o Cizko matou o irmão do Tresser, o esquartejou, e mandou os restos como um presente pra ARGUS. Ele é um dos meta-humanos mais procurados. Estivemos caçando ele desde aquela época, mas então, em 2014, ele desapareceu – Etta termina a história. – Então, precisamos ir atrás dele! – diz Diana, e Barbara a observa. – Nós? – ela pergunta. – Sim, nós! Etta Candy, você tem uma grande habilidade de liderança, Barbara Ann, você é inteligente – Barbara dá um breve sorriso, ficando vermelha – E Tom Tresser... Bem... É o Tom Tresser – Tom dá uma breve risada e se levanta. – Muito bem, mas como estamos supostos a ir atrás desse cara se não sabemos nem onde ele tá? – Tresser diz. “Senhora, descobrimos a localização de Cizko”, uma agente entra na sala e entrega uma folha para Etta – Meu Deus, isso é coincidência demais – diz Tresser, e ele se vira para Etta – Tá aí, nós vamos atrás do desgraçado, resolvido – ele fala. – Não – Etta fala, entregando a folha de volta para a mulher – Vocês três, não vão atrás de ninguém, estão me entendendo? Vocês irão ficar aqui e esperar que o Steve retorne, ou que uma equipe esteja disponível. Eu não quero que a sua mãe – Ela se vira para Diana – saiba que você morreu e venha atacar o Reino Unido e a rainha culpe a ARGUS por isso, e além disso, não vai ser bom perder uma pessoa como você. E você – ela observa Tresser – com essa vingança idiota, isso não vai dar em nada, vai só te deixar morto, Tom, e eu sei que o Steve não gostaria de te ver morto. E você, Babs – ela se vira para Barbara, que decide se defender. – Olha, eu não disse nada, então não precisa jogar tudo em cima de mim, por favor – Barbara disse – Aliás, eu apoio que esses dois – ela apontou para Diana e Tresser com a cabeça – esperem uma equipe, não quero perder a minha companheira – ela sorri – e... o Tresser – ela termina. – Então, resolvido – Etta diz, observando Diana e Tom – a dupla dinâmica aqui não vai a lugar algum – Etta recebe uma ligação – Sim? Sim, é ela. Ah, por favor, Steve. Você só pode estar brincando comigo. Tá, tudo bem. Eu irei – ela diz, desligando o celular, então se vira para o trio – Era o Trevor, ele tá precisando de ajuda pra lutar com um meta-humano que vira névoa ou algo assim, então, eu irei atrás dele, e se eu souber que vocês saíram – ela lança um olhar de raiva – eu acabo com vocês, se sobreviverem – ela sai da sala e desaparece da vista deles.

E um silêncio momentâneo se inicia. – Então, a gente vai ficar aqui, parados? Esperando eles voltarem daqui umas três horas? – Tom fala, quebrando o silêncio. – Sim, vocês vão. Você conhece a Etta, Tom. Ela pode falar pra Waller e então... – Barbara observa o chão e se senta, triste – vocês.. Já eram – ela termina. – Isso não importa – Diana diz – Precisamos ir atrás desse muleta humano, não importando-se com as consequências – ela fala – nós iremos pegar este monstro, Tom Tresser – ela o observa. – Queria ter a mesma confiança que você tem, belezinha, mas eu te garanto, vai rolar muita desgraça – ele diz, se levantando – e é por isso que eu vou com você, se você for – Diana sorri ao ouvir as palavras. – Deus salve a rainha... – Barbara diz, observando Tresser pegando a folha de volta e os dois, com Diana utilizando a sua veste dada por Io junto de seu laço e seus braceletes, saindo da sala – Eu acabei de deixar eles saírem para a iminente morte sem impedir, mas que ótima amiga você é, Babs – ela diz, tirando seus óculos e botando as mãos em seu rosto.

Em um armazém abandonado, estão dois guardas armados. – Tá, isso é curioso. Porque caras armados em uma armazém fechado tipo, há 10 anos? E como diabos a ARGUS não pensou em investigar? – Tresser diz, ao lado de Diana, escondido em uma moita – AÍ, você sabe que isso não vai dar certo, né? Tipo, a gente já tá morto – ele fala. – Não me importo, desde que capturamos esse tal de Chico – ela diz e logo é corrigida por Tresser. Um dos guardas é atacado por trás por Tom, que foi parar em uma moita atrás dele, e o guarda acaba por ser puxado pelo mesmo. Logo depois, o mesmo guarda sai da moita com uma expressão sorridente, e desmaia seu parceiro com uma cabeça. – Aí, caramba, isso vai ficar roxo depois – o guarda diz, fazendo um sinal para Diana. – Então, como você faz isso, Tom Tresser? – ela diz, se juntando a ele. – Ah, é uma máscara que o Craig me deu, criado pelo cientista Arthur Light, e ela é... Bem interessante – o guarda diz, tirando a máscara, e ao fazer isso, seu rosto e seu corpo se tornam o de Tom Tresser – com isso, eu tenho a habilidade de virar qualquer pessoa que eu quiser – ele bota a máscara novamente, e a aparência do guarda retorna.

Ao entrarem no armazém, Diana e Tresser se deparam com quatro guardas armados. Os guardas começam a atirar, e Diana rapidamente levanta seus braços, revelando seus braceletes, que refletem as balas para os lados. – Parece que o meu disfarce já era – Tresser diz, então atira em um dos guardas, matando-o. Diana soca o outro guarda ao lado do morto, desmaiando-o, e vai checar o corpo do outro. – Você... O matou – ela diz, olhando para Tresser. – Bem, era ele ou a gente, eu fiz a minha escolha. Aliás, vamos prender um desgraçado sequestrador aqui, os fins justificam os meios – Tom disse. – Não, eles não justificam, não é o único jeito nisso, Tom Tresser. Ele não precisava ter morrido. Não desse jeito – Diana vai andando até Tom, demonstrando sua raiva em seus passos. – Diana, não estamos aqui para brigar, então, já chega, entendeu? Já chega. Eu o matei, mas isso já foi. Ele já está morto, você não o trará de volta assim – ele diz. – Isso serve a você, também! – ela termina, com um olhar furioso, e continua seu caminho, vendo os outros dois guardas com medo da amazona, então eles começam a atirar contra ela.

Diana se protege mais uma vez com os braceletes, e tirando o laço de sua cintura, ela atira contra um dos homens, e o laço se amarra em seu pé, assim, Diana o puxa para perto de si e o desmaia com um soco, atirando o corpo desmaiado desse homem em cima do outro. – Você pode matar, mas eu não, né? – Tresser a observa, com raiva. – Eles não estão mortos. Eu sinto isso – ela diz – diferente daquele outro homem – e continua a andar. Os dois chegam a uma sala com mais dois guardas, que estão na frente de grades. Diana observa mais atentamente, e nota que atrás da grades, estão mulheres e crianças, nuas, todas machucadas e com grandes manchas em seus rostos e nádegas. Diana, sem conseguir controlar sua raiva, avança contra os dois homens, atingindo um em uma grande velocidade com um soco só, e ela desarma o outro com um chute e o atinge com um soco no rosto, mas logo depois ele revida com mais um soco, e ela o chuta, fazendo-o ser jogado contra a parede. Diana avança contra ele – Como você ousa... Fazer isso com outros seres humanos?! Quem você acha que você é?! – ela grita, mas o homem, de olhos abertos, nada diz, só soltando uma risada. Diana o desmaia com um soco, botando toda sua raiva nele. Ela larga o homem no chão e avança contra a grade.

– Irmãs e irmãos – ela diz, puxando as grades e a quebrando – Vocês... Estão livres agora. Vocês podem ir – ela fala, vendo as mulheres e as crianças correndo e agradecendo a Diana em sussurros, mas um menino pequeno para e a observa. – Moça... Obrigado por nos salvar – a criança dá um urso de pelúcia para Diana, que sorri em retribuição. – Jaime! – a mãe o chama, e ele sai correndo atrás dela, sorrindo para Diana. Ela sai correndo, quando escuta disparos e avança para a entrada, onde ela os ouviu.  Ali estava um homem, muito baixo, quase do mesmo tamanho que a criança que lhe entregou o ursinho. Diana o observa, e nota Tresser ao seu lado, com uma arma, e vê a mãe do menino de antes, mas agora, ela está ajoelhada sangrando. – Tresser, o que você está fazendo? – Diana diz, e o olha botando a arma em sua própria cabeça. – Está fazendo o que já deveria ter feito há muito, e você, sua garota levada... – o pequeno homem se pronúncia e começa a avançar contra ela – Quem você acha que você é? Invadir esse local e libertar o meu comércio aqui? – ele aponta para as mulheres e suas crianças – Ah, por favor. Agora, você vai pegar essa sua corda e vai se matar – ele diz, sorrindo, enquanto sangue sai de seu nariz.

Diana sente uma grande vontade de pegar seu laço estranhamente, e avança sua mão contra seu cinto, levando o seu laço a seu pescoço, mas ao fazer isso, o laço começa a brilhar. – Não – ela diz, tirando o laço de seu pescoço. – O que? Você... Resistiu?! Negando... Não... Ninguém nunca fez isso. Não, isso é impossível. QUEM VOCÊ ACHA QUE É?! – ele avança lentamente – Eu te ordeno a SE MATAR COM ESSA CORDA! – e mais sangue sai de seu nariz. Diana consegue resistir ainda mais, nem mesmo colocando o laço em seu pescoço. – Eu sou... A filha da rainha Hipólita. Eu fui abençoada pelos deuses. Você não tem o poder de me enganar, Edgar Chico. E é por isso que você vai comigo pelos seus crimes – ela diz, andando calmamente até ele, que começa a recuar. – Não... Você... Você não é uma pessoa normal... – ele diz – Não é possível que uma maldita garota.... Possa destruir o meu poder com uma corda... Que nem uma arma é... – ele diz, e assim que termina, ele sai pela porta do armazém, mas cai no chão com uma bala que acertou a sua perna, vinda da arma de Tresser.

- Isso é o certo, Tom Tresser – ela o observa, avançando para Cizko. – AÍ, anão de jardim, arquiteto de LEGO desgraçado, essa é a última vez, tá me entendendo, seu lixo?  Essa é a última vez. Isso termina aqui – ele diz. – Não, você vai jogar a sua arma longe – Edgar diz, saindo sangue de seu ouvido dessa vez, e Tom faz o mesmo, então Diana avança contra o pequeno homem e joga seu laço contra ele, se amarrando automaticamente. Assim que o laço começa a brilhar, Tresser sai do controle de Edgar e recupera sua arma. – Eu não sou uma pessoa normal mesmo, eu fui feita do barro. E eu não sou uma menina, eu sou uma mulher crescida. Uma menina é alguém do seu tamanho – Diana diz, fazendo Tresser dar uma risada – E além disso, você disse que o meu laço não é uma arma. Mas quando as pessoas estão enroladas a ele, elas são obrigadas a mostrar a verdade. E isso, a verdade, é a minha arma – ela diz, desmaiando-o. Com um sorriso, ela ajuda a mãe do menino a se levantar, e se vira para as mulheres e crianças, segurando o ursinho – Mais uma vez, vocês estão livres – ela termina. Tom anda até ela, que observa o seu jato, se tornando de invisível para sua cor branca. – Finalmente pegamos esse Playmobil pra minha coleção – ele diz, rindo. – Tom, acho que já chega, mesmo eu não sabendo o que é Pleinobiu, sinto que foi ofensivo – ela diz, entrando no jato.

- Essa foi a minha última. Eu juro. Agora vamos prender o Gollum aí nas celas de contenção da ARGUS – ele olha para uma Diana furiosa, que agora está sentada na cadeira do piloto e com o urso de pelúcia em seu colo – Tá, essa aí fugiu da minha boca mesmo – ele diz, sentando na cadeira de copiloto e observando Cizko desmaiado e amarrado ao laço.

PersonagensEditar

CuriosidadesEditar

  • O nome do episódio foi retirado de uma história da Mulher-Maravilha, "Espírito da Verdade". 
  • O nariz de Edgar Cizko sangrando sempre que utiliza os poderes é uma referência ao personagem Maxwell Lord. 
  • As falas de Diana foram baseadas nas falas da personagem na fase de Brian Azzarello. 
  • Arthur Light é uma referência ao Doutor Luz, e o nome Desmond é uma referência ao Arrasa-quarteirão.