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Identidade
LJU-03
Informações Gerais
Série Liga da Justiça: Unidos
Arco A Origem da Justiça
Número do Episódio 3
Sequência
Episódio Anterior Anistia
Episódio Seguinte Acordos
Créditos
Escrito por JokerLeo
Identidade é o terceiro episódio da série Liga da Justiça: Unidos.

SinopseEditar

Diana Prince e Steve Trevor deparam-se com uma manifestação contra a Mulher-Maravilha em Washington. Enquanto isso, Clark Kent entrevista alguém em Gotham City que pode lhe dar informações sobre o Batman.

EnredoEditar

Outra noite chuvosa em Gotham City. A cidade, sempre escura e fria, está novamente deserta sob o grande temporal. A água da chuva banha toda a cidade, desde os grandes prédios do centro ao velho sinal quebrado que por muito tempo foi usado por Gordon para chamar o Batman em sua missão de combater o crime na cidade.

Gordon, agora comissário da polícia de Gotham, faz a ronda pela cidade junto a seus homens em suas viaturas com sirenes ligadas. As várias viaturas param cercando um grande jardim botânico da cidade. Gordon sai do carro com seu alto-falante. “Hera Venenosa, sabemos que está aí! Saia agora ou teremos de entrar!” – Diz o Comissário que em seguida desliga seu alto-falante. “Aguardem minhas ordens para entrar, não sabemos quantos reféns podem haver” – Completa ele.

O jardim é uma grande cúpula de vitrais, que abriga uma densa quantidade de variadas espécies vegetais, árvores enormes e plantas raríssimas que se estendem acerca de largos corredores. Hera repousa sobre as grandes folhas de suas enormes roseiras. Em sua frente há um homem, um dos guardas do jardim, dependurado por cipós que prendem suas pernas o mantendo de ponta cabeça. “Não devia ter chamado a polícia. Eu não quero eles, eu quero o morcego. Uma pena ter que fazer isso com um homem tão bonito” – Diz a mulher beijando os lábios do homem envenenado. Os cipós alongam-se cobrindo todo o seu corpo, inclusive sua boca por onde adentram. Eles apertam e logo se ouvem os ossos do homem sendo quebrados enquanto ele grita de dor.

De lá de fora, os policiais ouvem os gritos de dor do homem. “Senhor, precisamos entrar, senhor!” – Exclama um jovem policial a Gordon. “Espere. Não ainda!” – Diz o Comissário. De repente, os gritos param. Lá dentro, os cipós param de apertar e o corpo do homem cai no chão ao lado de sua arma. Ele está morto.

A perversa mulher ergue sua cabeça e olha ao seu redor. “Apareça!”. – Grita ela. Um bumerangue em forma de morcego segue em direção a sua cabeça, mas a mulher esquiva-se pulando ao chão. “Previsível. Seis anos que luto contra você, e você sempre aparece da mesma forma.” – Diz Hera Venenosa. Batman então surge no escuro atrás da mulher lhe acertando um soco.

Ela cai no chão e afasta-se para trás enquanto o homem-morcego aproxima-se. “Hera, quem te tirou do Arkham?!” – Questiona ele. A mulher olha ao seu redor simulando um olhar de desespero, quando de repente abre-se em sua boca um sorriso e cipós surgem por trás do homem-morcego segurando seus braços. “Eu venho aprendendo, Batman. Eu venho me inovando...Você sabe...plantando novas sementes. Você está ficando velho. O que te mantém de pé?!” – Questiona ela aproximando seu rosto do homem-morcego que está pendurado por seus braços a cipós enquanto suas mãos caminham por seu corpo. “Raiva.” – Responde ele, e naquele momento, bombas explodem na planta que lhe prende, matando-a e fazendo com que ele se solte. Hera acaba caindo novamente para trás. Assustada, ela tenta fugir, mas Batman dispara sua corda em direção à mulher.

“Agora?” – Pergunta o policial lá fora novamente ao Comissário Gordon. “Agora” – Responde ele. Ao entrarem, todos armados e em posição de ataque, os policiais deparam-se apenas com Hera deitada no chão, amarrada com os próprios cipós.

Em uma outra parte da cidade, o doutor Hugo Strange, atual diretor do Asilo Arkham caminha segurando em sua mão direita seu guarda-chuva e em sua mão esquerda sua maleta. Ele para debaixo da marquise de uma cafeteria, fecha seu guarda-chuva e adentra o local. É um estabelecimento confortável. Nas laterais próximas às janelas há várias mesas com cadeiras, enquanto que pelo centro há uma grande bancada com alguns acentos onde um funcionário do local apoia-se entediado, pois o local está, aparentemente vazio. Ainda assim, Strange vai até a última mesa no fim do corredor, onde senta-se e repousa sobre uma cadeira relaxante enquanto põe sua maleta sobre a mesa em frente a uma pessoa que está diante dele. “Boa noite, Senhor Clark Kent.” – Diz o psiquiatra ao jornalista de Metrópolis, a quem conceberá uma entrevista.

Paralelamente, Bruce Wayne encontra-se novamente em sua fria caverna, onde se ouve apenas o som da chuva. Ele está ali, acomodado sobre sua poltrona ainda trajado como Batman porém sem sua máscara. Em sua mesa, estão as duas caixas alienígenas e uma garrafa de whisky pela metade ao lado de outras vazias. “Patrão Wayne, chegou cedo...” – Dizia Alfred que vinha chegando para avisar ao seu patrão que o jantar está pronto. “Hera Venenosa fugiu do Arkham pela décima oitava vez, nada demais.” – Diz o homem sem nem mesmo olhar para seu mordomo. “Patrão, o senhor está bem?” – Pergunta Alfred ao seu patrão. “Eu...Eu estou bem, Alfred.” – Responde ele. “Só estou meio...meio cansado.” – Completa com uma voz pausada. “Patrão, está bebendo demais. Venha, vamos subir, precisa descansar um pouco.” – Diz Alfred pondo a mão sobre os ombros de Bruce. O homem tira a mão de seu mordomo de seu ombro e caminha até de frente de um tubo transparente iluminado com uma luz branca, onde fica um velho traje avermelhado, marcado por manchas de sangue, rasgos e queimaduras. O traje do Robin. Bruce Wayne fica ali, parado diante do velho uniforme daquele que um dia foi seu parceiro enquanto dá outra golada de sua bebida.

Na mente de Wayne, passam-se imagens. Fazem dois anos, outra noite em Gotham City. Ele corria por entre becos apertados entre casas e barracos velhos enquanto ouvia a macabra risada do seu maior inimigo, o Coringa, e os gritos de dor de seu parceiro Robin. De repente, ele percebe que os gritos pararam e só aquela risada continuou. Aflito, ele tenta chegar a um velho barraco, a tempo de salvar seu parceiro, mas depara-se com o barraco em chamas. Tenso, Batman corre por entre o fogo, mas é tarde, nada mais sobrou além do corpo do garoto morto.

Bruce emociona-se com sua lembrança, e Alfred novamente se aproxima. “Patrão, o senhor não pode voltar atrás. Esse é o preço, sempre foi, desde a primeira vez que vestiu o capuz. Não é beber todas as noites isolado que vai mudar isso, são suas ações.” – Diz o mordomo. “Alfred, eu só queria esquecer.” – Diz Bruce com sua voz trêmula e lenta, baixando sua cabeça. “Venha, precisa descansar. Amanhã terá que ir à festa social de Lex Luthor, tente parecer normal.” – Fala novamente Alfred, apoiando sua mão sobre os ombros de Bruce enquanto os dois afastam-se dali.

“Doutor Strange, eu li um livro seu sobre a sua perspectiva a respeito de Gotham City e suas peculiaridades. Como o senhor vê o Batman? Quero dizer, como acredita que ele pense?” – Diz Clark preparando sua caneta em sua mão direita para fazer as anotações necessárias. “Bem...O Batman...Um sujeito interessante. Eu acho que ele é alguém...Digamos...Furioso no sentido mais próprio da palavra. Parece que ele está sempre com raiva de algo. Do seu passado, talvez.” – Responde Strange, que em seguida põe em sua boca uma xícara de café.

Em Washington DC, o Coronel Steve Trevor participa de uma reunião com vários outros militares dentro de uma base militar do governo americano. Eles ocupam uma sala pequena, onde há uma grande mesa redonda e próximo um telão onde são exibidas imagens das manifestações que ocorrem em frente à Casa Branca contra a “Mulher-Maravilha”. “Há 16 horas, o acesso à Casa Branca tem sido dificultado por esses manifestantes. Temos ordens para tomar cabo da situação caso sejam atingidas as 24 horas.” – Diz um dos generais pós desligar o grande telão.

General Francis, infelizmente eles estão certos. Desde que a Mulher-Maravilha chegou à América há dois meses, ela tem causado inúmeros prejuízos ao governo e à iniciativa privada. Atualmente, somam-se seis milhões estimados somente no setor público. Ou seja, 3 milhões de dólares por mês, mais que os gastos com o Superman, mas diferente dele, ela infelizmente é responsabilidade do governo.” – Diz um outro militar ali na mesa. “Permita-me corrigi-lo, senhor. Ela é responsabilidade do Coronel Trevor. O acordo dizia que a invasora iria para o Pentágono ou seria responsabilidade da ARGUS, onde ficaria segura, até que o Coronel Trevor se encarregou de ficar responsável por tomar conta.” – Diz um sargento da mesa. “Coronel Trevor, tem alguma coisa a dizer sobre isso?” – Pergunta o General Francis. “Sim, senhor. O Pentágono não é suficiente para contê-la, sabemos disso. E a ARGUS está sendo investigada. E mais uma vez, Diana não é uma invasora, ela não veio aqui para nos atacar.” – Diz Steve Trevor. “E o que você sugere, Coronel trevor?” – Questiona o general. “Eu...” – Dizia Trevor ao ser interrompido por uma comunicação de rádio ao general. “Senhor General, a Mulher-Maravilha escapou. Ela foi localizada indo em direção às manifestações em frente à Casa Branca!” – Dizia o homem na transmissão. Naquele momento, todos os presentes olham para Steve Trevor, que com a mão escorrendo pelo seu rosto avisa que vai buscá-la.

Na cafeteria em Gotham City, Strange observa a forma como Clark Kent escreve em seu bloco de notas. “Que força, senhor Kent.” – Comenta o diretor do Arkham. Clark, sem jeito, apenas esboça um sorriso desconfortável e diz “é hábito” enquanto continua suas anotações. “Doutor Strange, algo que chama atenção no Batman é a forma como ele sempre conseguiu escapar de situações complicadas e derrubar criminosos com quais a polícia de Gotham já passou anos e até décadas combatendo. Ainda assim, ele consegue se manter, de certa forma, inalcançável. Inclusive muitos céticos acreditam que ele nem mesmo existe. Ainda assim, várias pessoas apontam que ele não têm nenhum tipo de habilidade sobre-humana e utiliza apenas equipamentos. Quem poderia bancar o Batman?” – Questiona o jornalista, novamente atento e preparado para fazer anotações.

“Eu acho que é necessário um bom dinheiro para financiar o combate ao crime em Gotham. Ainda mais considerando o tipo de criminoso que essa cidade tem.” – Diz Strange. “Então o senhor fala de pessoas que poderiam investir fortunas. Falcone? Sionis? Wayne? Dagget?” – Questiona Clark. “Possível. Mas considerando que Gotham, mesmo com todo o crime, é um lugar de grandes investimentos para empresas de todo canto, seria muito senso comum achar que somente pessoas daqui poderiam estar por trás disso. E mais, por quais razões essas pessoas financiariam o Batman? Será que só pode ser uma pessoa? Eu acredito que esses sejam questionamentos válidos que devam ser feitos.” – Complementa Strange.

Em Washington, a amazona Diana, a Mulher-Maravilha caminha pela noite enluarada. Ela caminha pelas grandes avenidas da cidade segurando em sua mão esquerda um sorvete e em sua mão direita sua afiada espada. Ao redor dela, as pessoas olham amedrontadas e buscam até mesmo se afastar. “Vocês viram uma harpia? Eu soube que elas bestas têm atacado vocês! Mas não se preocupem, eu mesma partirei as cabeças daquelas malditas pragas, partirei seus crânios ao meio e banharei minhas mãos no sangue para oferece-los a Zeus, e assim todos vocês estarão a salvo!” – Diz ela a um casal de jovens amedrontados que, trêmulos, seguravam-se um ao outro sobre um banco da praça. Ela avista uma multidão ali próximo e parte em direção a eles. “Não temam, eu resolverei o problema!” – Grita ela correndo pela rua. Um carro que passava por ali quase bate na moça. “Aí, sua maluca, sai da minha frente!” – Grita o homem estressado, mas ao ver sua espada reluzente abre rapidamente a porta do carro e o abandona fugindo. A mulher apenas observa aquilo espantada com a reação do homem, mas nada diz e em seguida segue seu caminho. Ela finalmente chega até a manifestação, e enquanto passa pelo meio das pessoas, todas ficam espantadas. Todos aqueles que seguravam cartazes e gritavam coisas como “Fora Mulher-Maravilha” e “Não precisamos de uma Superman” se calam diante de sua presença. “Homens, não temam, eu vim para protege-los! Digam-me contra o que lutam, e eu partirei as bestas que lhes atacam ao meio!” – Grita ela. Todos ficam silenciosos, não se ouve mais nenhuma palavra. A mulher estranha o silêncio absoluto daquela multidão e olha ao seu redor, até que depara-se com uma boneca de pano trajada com vestimentas semelhantes às suas, pendurada por uma corda que simulava uma forca no pescoço da boneca. Ela fica paralisada naquele instante. “Vocês...Vocês estão protestando contra mim?” – Questiona.

“DIANA!” – Grita alguém no meio da multidão. Steve Trevor, que surge desesperado por ali. “Diana, até eu enfim! Vem, precisamos voltar!” – Diz ele esforçando-se para falar após uma longa corrida. A moça continua paralisada olhando para a boneca. “Diana?...Ah não, essa não!” – Diz ele ao ver a boneca para qual Diana olha incansavelmente. “Steve, por que essas pessoas temem a mim?” – Pergunta ela. “Diana, não podemos continuar aqui!” – Diz Steve puxando sua mão esquerda. “Steve, por que essas pessoas temem a mim?!” – Pergunta ela novamente com uma grande fúria. “Diana, vamos!” – Pede ele novamente com sua testa suada, preocupado. “STEVE!” – Grita ela furiosa. As pessoas ao redor começam a fugir assustadas. “Diana, se acalme. Elas só estão ficando mais amedrontadas.” – Diz o Coronel. “Você, por que tem medo de mim?!” – Questiona ela ao homem que segurava a boneca. O homem nada diz, e Diana puxa sua mão esquerda fazendo com que Steve a solte, e usa para pegar a corda em sua cintura e lançar na direção do homem, prendendo-o. O laço começa a brilhar, e o homem, sente dor enquanto tenta disfarçar a verdade, mas acaba falando. “Eu tenho uma mulher e uma filha, tenho medo de chegar em casa e encontra-las decapitadas ou nem mesmo encontra-las.” – Diz o homem. Diana puxa de volta seu laço, pondo-o novamente na cintura. Ela larga sua espada no chão e cai de joelhos pondo sua mão em seu rosto. As pessoas que ainda restavam correm, juntamente ao homem que acaba por derrubar a boneca. “Steve, eu...Eu nunca faria qualquer coisa contra a mulher daquele homem nem com sua filha! Você sabe disso!” – Diz ela. Steve agacha-se e encosta a cabeça da mulher em seu peito. “Eu sei.” – Diz ele.

Voltando a cafeteria em Gotham, Clark dá continuidade à sua entrevista. “Doutor Strange, fiz algumas pesquisas e descobri que nos últimos dois anos, várias mortes de homens fora da lei foram atribuídas ao Batman, algo sobre que não havia relatos anteriormente. O senhor acredita que o Batman tenha mudado seu jeito de agir?” – Pergunta Clark a Strange. “Eu...Eu não sei. Já vi algumas manchetes sobre isso. Mas com o passar do tempo foi ficando mais difícil dizer. Acho que é algo que deve ser analisado com mais cautela.” – Responde Strange.

Em Washington, Steve continua acolhendo Diana em seus braços quando ouvem um barulho. Um estranho rugido vindo de uma rua vizinha, acompanhado dos gritos de pessoas. Diana rapidamente pega sua espada do chão e corre. Steve tenta chamar por ela, mas ela não lhe dá atenção. “É uma harpia, Steve, eu tenho que ir!” – Diz ela.

Ao chegar na outra rua, se depara com pessoas em desespero fugindo da estranha criatura, um parademônio. “Mas isso...Isso não é uma harpia!” – Estranha Diana. Mesmo assim, ela parte para o ataque contra a criatura. Enquanto a besta persegue uma mulher que carrega sua pequena filha em seu braço, Diana avança contra o parademônio jogando-o contra uma parede. As pessoas continuam a fugir dali desesperadas. A fera levanta-se e voa em direção a Diana, que joga na besta o seu laço e usa sua força para arremessar a fera em outra direção. A criatura cai debruçada sobre um carro e um tanto confusa, levanta-se novamente erguendo o carro e lançando-o contra a mulher que continuava fugir com sua filha. Aterrorizada, a mulher envolve a menina em seus braços e fecha seus olhos, mas naquele momento, Diana surge em sua frente partindo o carro ao meio.

A mulher e a criança ficam sem reação olhando a heroína que lhes salvou. Ao parademônio, enfurecido, avança novamente contra Diana, que sem nem pensar, perfura o peito do monstro matando-o enfim.

Em Gotham, Clark Kent termina de fazer anotações e olha para o relógio na parede do local, que marcava 22h37min. “Então, Doutor Strange, para concluirmos. O senhor sabe quem é o Batman?” – Pergunta o jornalista. Strange fica alguns segundos em silêncio enquanto Clark encara as lentes dos óculos redondos do entrevistado. “Não.” – Responde Strange. Clark abre um pequeno sorriso e aperta sua mão, agradecendo pela entrevista.

Em Washington, Steve Trevor chega até Diana. “Diana, o que você fez?!” – Diz ele espantado ao vê-la do lado da fera caída no chão. “Eu matei essa coisa, acho que não era uma harpia.” – Responde ela. A mulher com sua filha aproxima-se de Diana, dizendo que não tem palavras para agradecer. “Eliza!” – Grita um homem que vem chegando desesperado, o homem que segurava a boneca enforcada de Diana na manifestação. “Vocês estão bem?!” – Questiona ele. “Papai, a Mulher-Maravilha nos salvou!” – Conta a pequena menina nos braços de sua mãe. O homem engole o seco e dá um pequeno suspiro. “Obrigado, você salvou minha família.” – Diz ele. Diana esboça um pequeno sorriso no canto direito de sua boca e observa o homem pegando sua filha no braço, partindo dali juntamente a sua mulher.

“Então?” – Diz Steve. “Eu não sei, Steve. Acho que está na hora de voltarmos para casa.” – Diz ela calmamente. Ele, cavalheiro, lhe dá a mão e os dois, de mãos dadas, seguem deixando o lugar pela rua desertificada.

Em um velho armazém num dos bairros mais afastados de Washington, ouve-se o estranho badalar de sinos de uma das caixas alienígenas.

PersonagensEditar

CuriosidadesEditar

  • O episódio conta com cenas adicionais que não estavam presentes na primeira versão do episódio, como a cena de Bruce Wayne conversando com Alfred sobre seu passado e a de Steve Trevor debatendo com os seus superiores.
  • O nome do episódio faz referência à Mulher-Maravilha, que tenta se situar no mundo dos homens; ao Batman que sente dificuldades para lidar com seus conflitos passados; e a Clark Kent, que durante todo o episódio utiliza sua identidade como civil para buscar informações sobre o Batman.