FANDOM


Insanidade Despertada
SPD-Ep4
Informações Gerais
Série Homem-Aranha: Alvorecer
Arco Poder e Responsabilidade
Número do Episódio 04
Sequência
Episódio Anterior Crise
Episódio Seguinte Ação e Reação
Créditos
Escrito por KillerYuri345
Insanidade Despertada é o quarto episódio de Homem-Aranha: Alvorecer.

SinopseEditar

As mídias começam a tomar conta da reputação do escalador de paredes e outros problemas entram no seu caminho. Uma nova ameaça estava por vir. Surgia o Duende Verde.

EnredoEditar

O dia amanhece ensolarado em Nova Iorque. A vasta multidão já cedo forma o grande contingente diário de cidadãos, que se dirigem de diferentes formas à suas escolas, escritórios e universidades. Entre a minoria, umas pessoas mais calmas que as outras, isto porque Nova Iorque é um estado movimentado, a correria para chegar a ponto aos seus compromissos fazia do lugar agitado. Praticamente todos parecem se deslocar com excessiva e mal-humorada pressa.

Algumas pessoas conversavam desde gastronomia até teorias da conspiração. No meio da população, o jovem Peter Parker em seu uniforme do Homem-Aranha se balançava pelos edifícios da cidade de Manhattan, logo no alvorecer do dia. "Opa!... Licença... Aranha passando!" gritava o jovem herói para a população de Manhattan, avisando sua presença para os cidadãos da cidade, que, por sua vez, alguns olhavam para o herói com um olhar de desprezo, medo, outros, olhavam para o herói sem entender nada, e alguns nem sequer deram a mínima e continuaram a comer o seu cachorro quente ou pizza enquanto se locomoviam, bem ao estilo Nova Iorquino.

No meio da multidão de pessoas, um ladrão no meio delas acaba pegando uma bolsa de cor rosa de uma moça que andava em direção do seu trabalho, ela grita apontando na direção do homem "Minha bolsa! Aquele cretino pegou minha bolsa!", no desespero. O ladrão corria em seu máximo para poder fugir, alguns se afastavam dele de medo, outros tentavam derrubar, e outros eram derrubados pelo próprio ladrão.

Ninguém o parava, porém o Aranha escuta o chamado de socorro e entrava no resgate do apetrecho. Ele então enquanto se balançava pelos prédios e pula na frente do ladrão, barrando a passagem dele, dando um sorriso para o assaltante, falando "Cara, rosa não parece fazer muito seu tipo.", lançando um disparo de teia em cada mão do homem, dando um chute na barriga derrubando ele no chão, assim pegando a bolsa de volta e entregando para a mulher de volta, porém ela pega com uma reação estranha, intrigada, desconfiada, sem ao menos agradecer, olhando para o herói com certa confusão.

Nisso o Homem-Aranha começa a se intrigar, perguntando em sua mente o porquê daquela reação, então ele olha ao redor, todos tentavam manter uma distância um tanto quanto considerável, "Qual é, gente? Sou o Homem-Aranha..." dizia ele, quando uma criança tenta se aproximar mas a mãe o impede, chamando o para seus braços. Então o escalador de paredes tenta quebrar aquele clima "O que foi? Parece que viram um fantasma...", quando um senhor acaba apontando para uma banca de jornal uns dez metros em frente, ele decide ver e encontra uma manchete do Clarim Diário "Homem-Aranha, ameaça da sociedade!"

Ele então pega o jornal e começa a ler "O monstro aracnídeo que se balança pelos prédios na rua, denominado de Homem-Aranha, é uma ameaça para a sociedade." quando é interrompido pelo dono da banca "Pague pelo jornal!", então o Homem-Aranha olha ao redor para a população, envergonhado, pagando o dono, continuando a ler "Trazendo prejuízos financeiros para os cidadãos e o governo, não tendo consciência de seus atos, ele deve ser punido devidamente, ainda assim se tratando como "herói". Será ele mesmo um herói?", ele se irrita e diz para todos "Vocês realmente acreditam nisso?", até que um homem diz "Bom..." não terminando suas palavras. O herói, indignado saiu do local se balançando pelos prédios, com certa indignação e frustração. O filho olha para mãe e diz "Mamãe, ele não é malvado... eu gostei dele.", então a mãe se surpreende e diz "Vamos para casa, filho."

"Qual é? Eu só tento ajudar as pessoas e elas me reconhecem como ameaça porque a porcaria do jornal diz isso." resmungava Homem-Aranha, sentado no topo de um prédio, olhando para Manhattan. Ele observava como era imensa a cidade, quando menos espera, seu telefone toca, ele então vê que era sua tia May ligando, ele desesperado, se lembra do castigo e atende o celular "O-oi, tia..." e então ela chega direto ao ponto "Peter, onde você está?", e ele responde "Eu tô indo para escola, que nem quando saí..." ela então decide questionar de novo "Você até saiu mais cedo e ainda não chegou?" Peter responde então "Ah, é que eu tive um problema no caminho. Mas já tô chegando.", a tia então diz "Vê se não atrasa e é pra chegar antes das seis horas em casa. Beijos.", Peter então diz "Okay, beijos", assim desligando o celular e berrando de desespero, após falando pra si mesmo "Como eu esqueci! E eu aqui olhando a cidade, besteira...", dizia ele lançando uma teia para um prédio se balançando por eles na direção do Sol.

Em seu escritório da Oscorp, Norman Osborn de pé olhava por sua janela para a grande Nova Iorque, naquela noite, com uma lua crescente iluminando a escuridão, enquanto tomava um copo de Uísque, de breves em breves goles, de maneira calma e despreocupada. Ele começou a pensar frequentemente no Homem-Aranha, começando a se irritar mentalmente, quando sente uma dor de cabeça, nisso apertou o copo com força e quebrando-o, manchando sua mão com o sangue que se espalhava aos poucos. Ele então abre sua mão, olhando para ela, como se não desse importância alguma para o ferimento. Nisso um flashback se inicia.

Cerca de duas semanas atrás, no dia da excursão escolar de Peter, onde se tornara o Homem-Aranha, Norman conferia se todos trabalhavam corretamente, então decide ver como estava indo o procedimento de seu maior projeto, a Aranha Oz, ele então chega num dos homens que trabalhavam no projeto e dizia "Como vai o maior e mais importante projeto desta empresa? Deixe-me ver a Oz...", então ele responde "Já acabado, vou pegar para você ver.", nisso ele se retira e vai conferir o projeto, mas percebe que o recipiente estava semiaberto e a aranha havia fugido, ele se desesperou, mas disfarçou ao máximo.

Então voltou para seu chefe para contar, mas antes de abrir a boca, Norman questiona "Onde está o meu projeto?" impaciente, então ele diz "Eu acabei deixando a tampa aberta... a... a aranha fugiu.", Norman dá uma risada curta, quando encara o homem, ajeitando o uniforme do homem, e, de repente dando um tapa em sua cara com força considerável "Complete o seu expediente, e, então, estará demitido...!" e então com dificuldades para dizer ele tenta dizer ao seu ex-chefe "Me desculpa... Por fav...", então Norman responde "Você por acaso sabe do que ela era capaz? Se retire.", ele então se retira de cabeça baixa, nisso Norman se frustra, mas após tenta manter a calma "Incompetente...", disse ele encerrando o flashback. Norman, com um olhar sério e frio, olha para a cidade de Nova Iorque novamente e diz " Você é meu, aracnídeo... " erguendo seu braço ensanguentado que ainda olhava e fechando seu punho com força esmagando uma mosca, dando um breve sorriso de canto malicioso.

Naquela mesma noite, Peter estava em casa, no seu laboratório do porão, um lugar relativamente sujo, com um computador com dois monitores, provavelmente pegos do lixo, caixas em todos os lugares, pôsteres de filmes em todos os lugares e um rádio tocando a música Sabotage da banda Beast Boys enquanto Peter lia um livro de física, quando ouve sua tia chamar "Peter, venha cá! Quero te falar algo!", então Peter fecha o livro de física e o coloca sobre uma mesa, se levantando da cadeira, desligando o rádio e subindo as escadas para a sala. Assim que chega lá, ele pergunta "O que foi, tia?", então ela diz "Acabei se esquecendo de te contar, mas, hoje a tarde, o pai de Gwen ligou aqui e nos convidou para um almoço na casa deles, e eu aceitei." então Peter, surpreso, pergunta "Mas eu não tava de castigo?", nisso sua tia responde "Claro que está! Mas essa é uma ocasião especial...", então um sorriso surge no rosto de Peter, que vai imediatamente para o seu laboratório, logo em seguida. Sua tia May dá um sorriso de canto e diz já sozinha "Ah... Como ele cresceu." respirando fundo.

O dia amanhece nos laboratórios da Oscorp, os cientistas acabaram de chegar, todos agitados andando tanto paralelamente quanto opostamente uns aos outros, e após quase duas horas de trabalho, o dono daquela empresa chega, Norman Osborn. Todos que o homem passou ao lado em direção ao seu escritório davam bom dia a ele, porém ele permanecia sério, nem respondendo os funcionários, uma de suas secretárias diz "E seu jantar marcado com Harry às oito horas?", ele então simplesmente diz "Cancele.", e ela pergunta "E o dentista às quatro horas?", ele enquanto caminhava para sua sala falando de maneira de seca "Mande Gerald levá-lo." e sua secretária diz "Certo." se retirando.

Até que ele fica em frente à seu escritório, ele tira a chave de seu bolso e abre a porta, sentando em sua mesa. Alguns minutos depois, um cientista chega em sua mesa, questionando "Por que me chamou aqui?", então ele responde de modo frio e seco "Deixe-me ver ele...", então o cientista espantado e assustado retruca "Mas senhor... ainda está inacab...", quando é interrompido por Norman "Deixe me ver o projeto, Otto." então aquele cientista que pelo crachá se dizia Otto Octavius persiste "Mas...", então Norman manda de modo impaciente, mas ainda de maneira fria "Siga minhas ordens. Me leve até o projeto." então de cabeça baixa o cientista diz "Sim, senhor."

Então o cientista pede para Norman acompanhá-lo, o mesmo obedece. Nisso eles entram em uma sala especial do último andar da torre Oscorp, onde uma equipe fazia ajustes em máquinas para o processo do soro e Otto pega um tubo de ensaio. Nele continha um soro mutagênico com a intenção de colocar o ser humano um passo à frente na cadeia evolutiva. Nisso Norman vê e diz "Injete o soro em mim...", mas o homem tenta evitar "Senhor, não está terminado.", com isso Norman o fala "Estou mandando.", então o cientista diz "Você tem certeza?", o dono da Oscorp responde "Sim.", então Otto começa a preparar o soro, naquilo Norman bebe o soro, deitando na maca. Um cientista então coloca uma ferramenta no tórax dele que capta todos os dados do corpo, verificando como está o funcionamento do corpo humano, assim ligando outro cientista liga, e o outro membro da equipe estava vendo as informações todas pelo computador, vendo as primeiras mudanças. Ele estava mais poderoso, mais forte, mais ágil, entre outros benefícios. Otto observava se tudo corria bem.

Porém efeitos colaterais surgem, sua mente começa a enlouquecer, estava ficando psicótico, Norman começa a gritar, Otto que administrava a equipe grita "Desliguem agora mesmo!", nisso o cientista encarregado de colocar a ferramenta no tórax tenta desligar do aparelho e depois se aproxima de Norman, para ajudá-lo a sair da maca para tirá-lo de lá para poder ajudar, mas Norman estava furioso, assustador, ele se levanta e pega o cientista pelo pescoço e o joga para trás, gritando "Nãooo..!", nisso o cientista acaba batendo as costas numa prateleira, derrubando-a, com cacos de vidro e experimentos esparramados por todo o chão, desmaiando. Outros dois cientistas tentam se aproximar para ajudar, mas Norman os soca e os derruba no chão. Enquanto isso, os efeitos colaterais não paravam, Norman sentia muita dor, gritava, ele tenta sair, mas acaba caindo da maca.

Ele começou a ficar mais forte ainda, com os músculos muito mais definidos e visíveis, com tanto peso pra suportar, a pele de Norman rasga, deixando partes de sua carne à amostra e sua pele estava mais esverdeada, nem tanto, porém era visível. Ele começa a rir desesperadamente "Poder..." dizia Norman, obcecado pelo poder. Otto ficava traumatizado, vendo a situação dos outros não sabia o que fazer, então Norman dá passos lentos na direção do cientista assustado, dissertando "Otto...", o homem estava paralisado de medo, não conseguia agir, nisso Norman se aproxima o suficiente e o agarra pela gola da camisa, falando na sua cara "Otto Octavius...", nisso ele dá um grito e joga o cientista contra a parede, que acaba apagando. Ele começa a destruir tudo naquela sala até uma explosão ocorrer após toda destruição, destruindo todo o último andar da Oscorp, matando quase todos que estavam ali e ferindo gravemente todos, inclusive do andar de baixo. Caos extremo.

"Quanto ficou, moço?" perguntou May para o taxista que levou ela e Peter até o condomínio de Gwen meio preocupada, já procurando na sua carteira o quanto tinha, numa tarde que se iniciava pouco mais de meio-dia. "Trinta dólares, moça.", responde o taxista. Nisso tia May contava seu dinheiro, achando que poderia faltar, decidindo dar o que tinha no momento, entregando para ele "Aqui está..." disse ela "Falta sete... opa... contei errado, desculpa moça! Boa tarde!" fala o taxista, nisso May se alivia e se despede, abrindo a porta para ela, Peter faz o mesmo, quieto.

"Bom trabalho, moço! Obrigada!" diz ela, nisso o taxista puxa a chave do carro. Então o homem pisa no acelerador e se retira, então sua tia nota para o sobrinho ser mais educado, Peter nem presta atenção nela, a ignorando. Ele estava pensando em outra coisa, então May toca a campainha da residência dos Stacy, colocando a mão na cabeça de Peter, tentando ajeitar um pouco seu cabelo e falando novamente para o garoto "Seja educado, Peter." e o garoto respira fundo e olhando pra ela diz "Okay."

George Stacy ouve o som da campainha descendo as escadas para atender e grita para sua filha "Gweny, já tá pronta?", nisso ela grita respondendo "Tô terminando de me arrumar, pai!", nisso George fica em frente da porta, ajeita sua camisa, respira fundo e abre a porta, os recebendo "Olá, May! Oi, Peter! Obrigado por virem! Entrem, por favor...", nisso a tia do garoto diz "Olá, capitão! É uma honra você ter nos convidado!", dando um beijo em sua bochecha o cumprimentando. "Oi, senhor Stacy..." fala Peter, apertando a mão de George.

Nisso os dois pedem licença entrando. A casa era bem decorada, espaçosa e iluminada, pintada nas cores brancas, douradas e cinza escuro. Assim que entraram, se deram de cara com a sala de estar, era aconchegante, um sofá grande e confortável, uma mesa de centro de vidro, além de uma televisão de parede. "Nossa, sua casa é linda, George..." diz a tia May enquanto olhava aos redores, Peter faz o mesmo impressionado. "Não é pra tanto, May. Sentem-se, por favor.", diz o homem, em um breve sorriso e os dois acabam se sentando.

George pergunta se eles queriam alguma coisa para beber, um suco, um refrigerante, uma água, e até mesmo um vinho para May, porém eles só pedem uma água para beber. Nisso o homem diz "Okay, vou buscar água.", nisso ele se dirige até a cozinha, mas antes de ir lá, chama por sua filha que estava em seu quarto "Gweny, venha cá! Peter está aqui!", gritou ele, nisso a garota responde em outro grito para o pai "Já tô descendo!" Gwen estava se arrumando nesse tempo, descendo as escadas. "Ela está linda..." pensou Peter.

"Olá, senhora Parker. Peter fala muito bem de você.", disse Gwen, dando um beijo em seu rosto cumprimentando, May faz o mesmo falando "Oi, Gwen... Peter também fala muito bem de você", dando uma breve risada, e Peter tenta chamar a atenção da tia, tentando dizer que estava o envergonhando. Nisso Gwen diz "Oi, Peter!" levantando a palma de sua mão ao amigo. Nisso ele diz "O-Oi, Gwen." de maneira tímida. Nisso George traz a água de May e Peter, e quando vinha, ele acaba derrubando um dos copos sem querer, mas antes que caísse, Peter estica o braço e pega, quando foi alertado pelo sentido aranha.

"O-obrigado, Peter." diz o capitão Stacy, surpreso com o reflexo do garoto, nem sequer uma gota da água havia caído, Peter vai entregar a água para o capitão Stacy, mas ele diz "Essa água é sua, se esqueceu?" disse dando uma risada. Gwen e a tia dele estavam surpresas também. Nisso Peter dá um sorriso envergonhado e dá um gole em sua água. Já fazia alguns minutos que estavam ali, uns vinte minutos aproximados. Eles conversavam de assuntos diversos sobre acontecimentos de suas vidas e da mídia. Nisso George suspira e pergunta para filha "Gweny, você não gostaria de levar Peter para conhecer a casa?", ela olha para o pai e diz "É... pode ser. Vem, Peter!", se levantando e pegando em sua mão, o ajudando a levantar, falando para segui-la. "Então, May. Agora que estamos a sós, queria falar com você.", nisso ela dá um sorriso e diz "Prossiga."

"Pode entrar, Peter!" diz Gwen, entrando em seu quarto, chamando Peter que também entra. O quarto de Gwen era diferente do padrão do resto da casa. Paredes rosa, uma cama com um cobertor rosa e flores bem detalhadas sobre a colcha e pôsteres da banda favorita de Jazz de Gwen. Um quarto aconchegante, espaçoso e luminoso, com bastantes saídas de ar. Gwen senta-se em sua cama e ele também ao lado esquerdo dela. "E então... o que você acha desse tal de... Homem-Aranha?" pergunta Peter, então a garota diz "Eu não sei... com a mídia falando que ele é uma ameaça. Mas não sei se devo acreditar. Sabe... ele me protegeu já uma vez... ele parece ser legal. Mas e você? O que você acha?", Peter dá um sorriso de felicidade. "Ah... ele é um cara bacana.", diz o garoto sorrindo pra amiga.

Nisso ele suspira e olha para um dos pôsteres no quarto de Gwen, falando "Você gosta de Jazz?", então ela responde "Sim, eu gosto bastante. Principalmente do Tribal Tech, pena que a banda acabou...", nisso Peter diz "Nunca ouvi falar... quando eles se separaram?", nisso Gwen diz "Foi no ano de 2000." respirando fundo. "Eita, já se faz 15 anos.", com isso Gwen movimenta a cabeça verticalmente dando positividade ao assunto, Peter diz "Falando de música... eu gosto da música Sabotage dos Beastie Boys, gostar eu acho que é eufemismo, eu adoro aquela música."

"E a escola? Você tá achando difícil?" pergunta Gwen, então Peter responde "Não, não. Tá até fácil...", nisso Gwen olha pra ele e fala "É que você perde boa parte das aulas, você sempre se atrasa", falando isso ela solta uma risada e Peter não queria aprofundar tal assunto, para não dar pistas de sua identidade secreta. Ele ficou com a língua travada, ficou sem assuntos. Gwen chega mais perto de Peter, mas nisso George grita "Peter, Gweny! Desçam, o almoço está pronto!", nisso Peter se levanta e pergunta onde era o banheiro, para ele lavar a mão, Gwen diz que é a primeira porta à direita, nisso Peter entra e lava suas mãos, descendo, a garota faz o mesmo.

Todos faziam seus pratos enquanto ouviam o noticiário da sala de estar, podendo escolher entre uma salada, arroz, feijão, bacalhau e batata cozida. Também tinha suco de laranja e framboesa para poderem escolher. Depois de feito os pratos, eles agradecem pela refeição e comem, enquanto conversavam. "E então, Peter? Soube que está vendendo fotos do Homem-Aranha para o jornal.", nisso Peter termina de mastigar e engolir um pedaço de batata e responde "É... precisava arranjar algum dinheiro." diz ele, soltando uma risada tímida. Enquanto terminava seu prato, o capitão George Stacy recebe uma ligação, ele pede licença, pegando o celular no bolso e atendendo.

"Alô. Monstro? Que nem um duende? Federais, solicitando a presença do capitão? Onde? Certo, vou me vestir. Ah, Bob tá vindo, fala para ele que eu só vou me vestir e estou indo. Obrigado.", nisso George respira fundo e diz "Bom, parece que um maluco verde está atacando Manhattan, tenho que ir. Desculpem o inconveniente.", nisso Peter força uma dor de barriga e diz "Posso ir ao banheiro? Deu uma dor de barriga agora...", nisso Gwen e seu pai o olham estranho, Peter envergonhado diz gaguejando e de modo forçado "Nã-não. Não que a comida esteja ruim, está uma delícia.", Gwen dá um riso e diz "Pode ir.", Peter agradece e sobe as escadas.

Nisso o capitão George Stacy se vestiu e saiu de sua residência, o capitão abre a porta do carro policial de seu companheiro estacionada em frente de sua casa. "Vá para o lado. Eu dirijo.", seu companheiro faz tal coisa e diz "Me partiu." dando uma risada, o capitão dá um sorriso e fala "Isso me custou um almoço, Bob.", nisso ele dá a chave do carro para o capitão com um sorriso "E nem me convidou? Você sabe como deixar os outros tristes." disse Bob, dando um sorriso determinado e passando a chave para George, que põe a chave na ignição, girando-a e ligando o motor, trocando de marcha e acelerando.

Peter sobe as escadas alternando os olhares para frente e para trás, vendo se ninguém tinha seguido ele, o estudante estava suando e um tanto que apressado, tirando a camisa e calças, aparecendo o uniforme do Homem-Aranha. "Pelo menos eu não vou fritar mais nesse casaco." disse Peter, dando uma breve risada acompanhada de um sorriso e alternação de olhares, para frente e para trás. Ele então pega a mascara que estava escondida em sua manga e põe ela, e no quarto de Gwen põe suas luvas, abre a janela, recarrega seus lançadores de teia, disparando uma teia contra um prédio e deixando se levar, se balançando de edifício em edifício. "Irraaa!" grita o Aranha, com o sangue passando pelas veias freneticamente, com o vento atingindo seu rosto. Ele se balançava, escalava e pulava entre prédios.

Numa das ruas de Manhattan, mais exatamente a Avenida Lexington, próximo do enorme edifício Chrysler, o monstro verde e poderoso, ele havia se transformado completamente na criatura que o aterrorizava. Sua pele estava totalmente verde e até com carne rasgada no decorrer de seu corpo, louco e psicopata por completo, olhos amarelos amedrontadores, um maníaco destruindo a cidade. Seus ossos ficaram tão grandes que acabaram por sair de sua pele, e mesmo assim sua pele verde recobriu de volta, não totalmente, algumas partes ainda estavam expostas, formando algo semelhante a espinhos. Além disso, o tal lençol roxo acabara se tornando em uma capa. O poder estava o consumindo, ele estava se tornando um ser de altíssimo poder.

Policiais e federais tentavam neutralizar ele com dardos tranquilizantes e tiros de armas entre pistolas e revólveres. Estava um caos. Carros, partes de alguns bares da rua, além de outras de propriedades estavam destruídas. Um ônibus escolar de crianças do fundamental acabou entrando na confusão e caiu, as crianças gravemente feridas juntas do motorista. Os civis desesperados tentando fugir, tanto desespero e pressa, que acabavam tropeçando nos destroços espalhados por toda a avenida, mas logo eram socorridos por oficiais.

Não só policiais, mas bombeiros e ambulâncias resgatavam os feridos e neutralizavam e diminuíam os incêndios causados pelo monstro, que não se passava de ninguém mais ninguém menos que Norman Osborn, que foi transformado naquela criatura psicótica. O caos estava naquela rua, a destruição, o medo. "Homem-Aranha, apareça e sinta a ira e poder de Duende Verde!" grita aquela criatura que se autodenominou de Duende Verde, que não parava se lançar bolas de fogo nas construções. Federais já comunicavam à militares para virem com helicópteros e tanques.

Aquela criatura que saía de suas chamas, que espalhava o caos, como um demônio, em busca da destruição, o Duende Verde. Bombeiros não poderiam se aproximar muito, nem médicos com ambulâncias, todos deveriam tomar distância do monstro. Os policiais evacuavam a área, já que nada adiantava contra a criatura. Nisso um carro da polícia chega, dois policiais que estavam dentro abrem as portas, saindo, eram o capitão de polícia George Stacy e seu parceiro Bob.

Eles estavam assustados com o que aquilo havia se tornado, inocentes feridos de modo grave, muitos podendo perder o movimento de alguns membros do corpo, então Bob tira de seu bolso uma arma, mas um oficial próximo diz que não iria adiantar. O capitão Stacy pede um megafone e então uma policial entrega para ele, gritando para o Duende Verde, após um policial ajudar no nome da criatura "Duende... Duende Verde! Renda-se antes que as coisas piorem!", então o vilão psicopata olha atentamente para George, falando "Não... mande... em mim!", diz ele preste a lançar uma rajada de fogo no policial.

Então ele lança aquela lufada de fogo no policial, mas alguém se balançando pela teia o socorre pegando em seu colo nos últimos instantes fazendo com que carbonizasse o carro de polícia, salvando a vida do capitão, o colocando um pouco em um lugar mais seguro e ainda que pudesse cumprir sua obrigação como policial. Era o Homem-Aranha, o amigo da vizinhança havia chegado à cena, então colocando o homem no chão e soltando-o, perguntando ao policial "Ei, você está bem?", nesse assunto o capitão responde "Homem-Aranha... obrigado. Estou bem." Com tal afirmação, o Homem-Aranha vira seu rosto para o Duende Verde trazendo o caos e falando caminhando em direção ao monstro "Só um segundo, deixa eu parar esse cara...", então o policial o alerta "Cuidado! Ele é poderoso...", nisso o Homem-Aranha volta a cabeça para trás, fazendo um sinal de positivo com o polegar para o capitão.

"Homem-Aranha..." diz o Duende Verde, com um sorriso de canto malicioso, um olhar maligno e reluzente amarelado. "Olha, você já me conhece. E você? Pera, não fala... é mais uma aberração que vou chutar a bunda?", o Homem-Aranha diz isso pulando em um poste e colocando uma câmera nele, a prendendo com teia, e nessa fala o Duende se irrita, fazendo com que seu punho se prevaleça com chamas, com tal feito, o aracnídeo diz "Calma aê, cara... você tá muito esquentado hoje. Já te falaram que hoje não é Dia das Bruxas?", nisso o Duende Verde soltou uma breve risada e diz "Irei esmagá-lo, aracnídeo... você será exterminado!", nisso o Duende Verde avança contra o herói e tenta acertá-lo com seu punho de fogo. Porém os reflexos aprimorados do herói o fazem desviar de todas as tentativas do vilão, falhas, além de bloqueá-lo pela articulação do cotovelo, em movimentos rápidos.

Nisso Duende recua, dando um salto absurdo para trás, nisso o Aranha diz com a mão no cotovelo "Minha vez.", logo ele começa a correr avançando contra o Duende, em disparos de teia precisos que prendiam a criatura, irritada. Ao ficar cara a cara com o monstro, inicia uma série de golpes acrobáticos, com chutes no queixo, socos e chutes na barriga, além de golpes fortes no rosto. Mas então o herói é surpreendido quando Duende faz com que envolta de seu corpo pegue fogo, saindo da teia instantaneamente. Então o vilão, olha firme para o escalador de paredes, revoltado e agressivo, porém ainda parado, mostrando seu tamanho superior ao do herói como forma de intimidar, nisso o Homem-Aranha pronuncia "Oh ou..."

O Duende tenta socá-lo no rosto com a mão direita enquanto fazia uma bola de fogo com a mão esquerda. Desviando do soco acrobaticamente recuando para trás, uma esfera de fogo automaticamente é lançada contra o herói, que é atingido, mesmo sendo alertado pelo sentido aranha. O aracnídeo caiu no chão com a roupa queimada no peito, e com dores e ferimentos graves. Ele então fica praticamente indefeso, o Duende Verde tinha a vantagem naquele momento, prestes a matar o Homem-Aranha. Naquele instante, os militares chegaram com os helicópteros sobrevoando na área. "Duende Verde, pare e renda-se para o exército imediatamente!" gritou um militar, por um megafone, nisso o Duende faz uma bola de fogo com sua mão e lança no helicóptero, atingindo a hélice, fazendo o cair, matando dois militares que estavam lá, o piloto e o general.

Outros três helicópteros tinham seus homens atirando no monstro com suas metralhadoras, aquilo não fazia praticamente efeito algum no monstro, mas estava incomodando e irritando ele, então tirando sua atenção do escalador de paredes. Ele cria bolas de fogo e lança em dois helicópteros, fazendo cair, os homens feridos conseguem fugir de paraquedas. Com isso o outro helicóptero ainda atirava. O Duende dá um enorme salto, pendurado na base do helicóptero, queimando ele por completo. Não havia outra saída, o Duende estava atrapalhando a única forma de fuga. Eles tentam derrubar o monstro, mas acabam sendo carbonizados e mortos eventualmente. Com isso o vilão psicótico consegue fugir, caindo no chão da rua sem praticamente nenhum ferimento.

Na casa do capitão George Stacy, May e Gwen assistiam a batalha ao vivo pela televisão. Gwen falava com certo pavor do que estava por vir "Por favor, Homem-Aranha... pare esse monstro...", ela falava isso um tanto quanto preocupada, não só com o herói, mas com seu pai e os demais, além do mais seu pai quase morreu, se não fosse o Homem-Aranha chegado no último momento para resgatá-lo, May assistia a televisão sentada ao lado de Gwen, pondo a mão em seu ombro e falando "Fique calma, querida..." Na casa de Flash, ele também assistia à transmissão ao vivo da luta, ele se levanta do sofá e grita "Levanta e acaba com ele, Homem-Aranha!", ele estava empolgado, ele colocava fé que o aracnídeo iria conseguir. Em um dentista do Queens, Harry esperava chamarem para a sala, e assistia à luta pela tevê do local, junto de outros pacientes, o menino estava surpreendido, porém calado. Ele assistia atentamente, até que é chamado para a sala do dentista "Harry Osborn, compareça à sala dois." O garoto caminhava até a sala, mas antes tentou olhar a televisão por uma última vez antes de entrar.

O Homem-Aranha se levantava aos poucos, com dificuldades, ele vê os militares mortos e vendo seu estado, muito ferido, com seu uniforme rasgado e queimado, enquanto o Duende Verde só foi um pouco arranhado, dizendo "Prometo que lhe trarei uma morte rápida, aracnídeo...", o monstro preencheu seu braço direito com chamas, prestes a matar o herói. Mas quando ele vai socar, o escalador de paredes tem seu sentido aranha ativado e consegue desviar do ataque, dando um salto, então dando um mortal para trás, recuando. Os ferimentos começavam a cicatrizar, parando a perda de sangue, arranhões do tipo estavam menos doloridos, e qualquer outra dor no corpo havia sumido, o estado do herói havia melhorado.

"Vamos para o segundo tempo, Duende?", em tal dito o Duende já avança contra o herói furioso, tentando socá-lo, porém o Aranha desvia acrobaticamente e então dando um chute duplo no rosto do Duende, novamente saltando para trás, recuando. Tomando distância, ele lança dois disparos de teia no rosto do monstro, atrapalhando a sua visão, nisso o herói avança contra ele, o prendendo em rajadas de teia, porém o vilão gera chamas em volta do corpo, saindo da prisão de teia, o herói tenta socá-lo, mas o Duende segura sua mão e o lança contra o prédio Chrysler, o monstro o segura e dá um enorme salto, para tentar subir no topo do prédio, mas antes que chegasse, o herói foge de seus braços e usa sua teia para se balançar pelo enorme edifício, enquanto o Duende o perseguia, prendendo suas garras no prédio e dando impulsos para outros saltos.

Eles davam a volta no prédio inteiro até que o Homem-Aranha chega ao topo, junto com o Duende, iniciando um confronto na área, naquele momento o Duende Verde já estava enfurecido, avançando contra o herói, que desvia com uma estrela, assim o vilão se lançando do prédio enorme, o Homem-Aranha pula junto, pois não queria matá-lo "Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades...", mas nessa situação, o Duende tenta matá-lo junto dele, o agarrando e o apertando para caírem juntos, ele ria de modo alucinado, Peter tentava escapar, fazia força, e quando estava prestes à cair no chão, solta seu braço esquerdo, dando uma cotovelada no rosto do vilão, fazendo ele soltá-lo, assim disparando uma teia contra o prédio, se prendendo nas paredes dele e descendo com segurança. Quando vê lá, o Duende estava maluco, perdeu a consciência, caído no chão, ensanguentado, mas não parava de rir, o colocam debaixo de um cobertor, numa maca, o colocando em um carro de um agente federal, que o levaria para uma cadeia. Quando chegou, ele tira o cobertor por baixo dele, mas ele havia sumido, por baixo estava outro policial, morto e ensanguentado com ferimentos graves. O federal se assusta.

Em uma mansão, numa noite de lua minguante, cerca de dois dias após o acidente envolvendo a criatura denominada Duende Verde e o herói conhecido como Homem Aranha, um homem bebe uma água, enquanto assistia um noticiário que noticiava os problemas trazidos pela batalha de Nova Iorque, pessoas mortas, pessoas feridas, famílias devastadas, o homem olha atentamente para televisão e fala " Que insânia... ainda bem que isso acabou... " e então passou três segundos de silêncio, até que uma voz vinda das trevas dá uma risada e fala " Não... nem sequer começou." Aquela voz começava a rir desesperadamente, o homem instantaneamente se vira, olhando para um monstro, para um demônio, o Duende Verde. Ele não estava o mesmo da televisão, com chifres e mais forte, maior.

O homem grita apavorado de medo enquanto a criatura apenas ria desesperadamente. Após, só se viam as sombras  e silhuetas pela janela de uma mão atravessar a cabeça do homem, e espirrando o sangue de sua cabeça. Nisso, naquele luar, o Duende Verde começava a rir, com um sorriso de canto malicioso no rosto, falando de maneira fria e seca "Nem sequer começou..."

"Notícias urgentes! A onda de destruição continua? Três industriais morreram hoje, morreram carbonizados por uma explosão. De acordo com policiais, as câmeras das residências dos industriais mostraram um ser monstruoso semelhante a figura do Duende Verde, criatura que atacou a cidade de Nova Iorque a dois dias atrás, por quê assassinar industriais? Será que parou por aí? Será que irá parar ? Ou será que apenas começou?" dizia uma repórter numa tarde chuvosa e triste, em uma televisão de rua, próxima ao cemitério. Nisso o barulho de um trovão se ouve, com o céu relampeando.

No cemitério estava Harry, Peter e sua tia May e Gerald, mordomo de Harry, de guarda-chuvas. Era o enterro de Norman Osborn, considerado morto no dia da explosão, seu corpo foi identificado como carbonizado. "Ele era um bom homem." disse Gerald, Peter e sua tia deixam um ramo de flores, indo embora, mas antes de ir, Peter toca o ombro do amigo e diz "Você vai ficar bem, Harry...", Norman e Harry poderiam não ser muito próximos, mas era Norman a única pessoa que o cuidava, após sua mãe ter morrido no parto do nascimento de Harry, ele foi criado pelo homem todos esses 15 anos, junto de Gerald, uma lágrima escorria do olho de Harry.

Gerald diz que já estava na hora deles irem, entrando na limusine, Harry diz que já estava indo, pois quer ficar mais um pouco. O túmulo de seu pai estava ao lado de sua mãe, ele então diz "Sentirei sua falta...", com isso um silêncio se iniciava, até que Harry completa a frase "Pai...", deixando uma tulipa no túmulo de seu pai, a flor preferida dele, ele sempre dizia isso para Harry, só porque era a preferida de sua mãe também. Após isso Harry começa a chorar mais, mas suas lágrimas eram quase invisíveis naquela chuva forte, ele bota sua mão esquerda no seu bolso enquanto a direita segurava um guarda-chuva e caminha até limusine, abrindo-a, fechando o guarda-chuva e entrando, se acomodando.

PersonagensEditar

VilõesEditar

CuriosidadesEditar

  • O episódio teve dois escritores, eles são os usuários KillerYuri345
  • A banda de jazz favorita de Gwen realmente existe, e sua preferência musical foi baseada nos quadrinhos do Ultimate Homem-Aranha.
    • Ao Peter falar que já se faziam quinze anos, revela que a série se passa em 2015.
  • A música preferida de Peter não estaria no episódio inicialmente, mas, foi colocada no episódio.
  • A batalha do Duende Verde foi reescrita três vezes.
  • É o atual episódio mais longo da comunidade.
  • O episódio demorou cerca de 13 dias para ser postado, nos últimos dois dias, ambos escritores ficaram online no chat todo o dia.
O conteúdo da comunidade está disponível sob CC-BY-SA salvo indicação em contrário.