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Marvel Girl
JeanGrey1
Informações Gerais
Espécie Mutante
Identidade civil Jean Grey
Idade 23 de agosto, 1955
Afiliações X-Men
Poderes e Habilidades
Detalhes
Viemos a esse mundo sozinhos e vamos embora da mesma forma. O tempo que passamos entre as duas coisas, tempo passado vivo, compartilhando, aprendendo juntos... é tudo que faz a vida valer a pena.

Marvel Girl é o alter-ego de Jean Grey, uma mutante cuja habilidade é uma capacidade psiônica de grande magnitude.

É uma das personagens de X-Men (NMU), por vezes uma protagonista, servindo aos X-Men de Charles Xavier.

CaráterEditar

Jean Grey é definida pela paixão. Em muitas maneiras, seu traço mais definidor é sua paixão. Ela é apaixonada por suas habilidades, seus amigos, e a causa pela qual os X-Men lutam. Ela tem uma tremenda capacidade para empatia e se relacionar com os outros. Isso, de várias formas, a torna o núcleo emocional dos X-Men. Ela melhor incorpora a compaixão pela qual eles lutam, ajudando aqueles confusos e assustados como ela era quando crescia. Ela é tão compassiva que é capaz até mesmo de tentar ajudar aqueles que parecem irrecuperáveis para o resto do mundo.

Muito disso vem da natureza de seus poderes. Como uma psíquica poderosa, ela entende muito bem a forma de pensar e o estado emocional dos outros. Mesmo antes de seus poderes se manifestarem, ela já tinha uma grande capacidade para empatia. Ver os outros sofrerem realmente a afeta, sendo ela naturalmente inclinada a fazer algo a respeito. Esse nível de empatia faria qualquer outra pessoa fraca, mas Jean desenvolveu um nível de força que complementa sua empatia em um nível profundo. Após a morte de sua irmã, que a ajudou a evitar a sobrecarga cedo na vida, ela precisou se virar sozinha meio a perda e tragédia. Fazendo isso, ela desenvolveu uma força que acompanha sua empatia de modo a dar uma dimensão mais extrovertida a sua personalidade. Isso vai além de simplesmente lidar com tragédia pessoal e se extende a permanecer coerente com aquilo que ela sabe que é certo mesmo quando é puxada e empurrada para outras direções. Vendo seus pais cederem ao desespero, ela não só vai contra essa tendência, como a usa de motivação para ser melhor. Isso ajuda ela a evitar a mesma tendência que outros em sua família seguiram, de modo a manter uma forte humildade que ela defende com grande paixão.

Mas mesmo sendo tão forte, a maior fraqueza de Jean é o quão frequentemente ela se sobrecarrega. Antes, era só sobre lidar com estresse emocional que ela adquiria dos outros. Quando seus poderes mutantes entraram em cena, o desafio tornou-se ainda maior. Sua força permitiu que funcionasse até certo ponto, mas eventualmente ela perdeu o controle e acabou em um sanatório. Mesmo tendo aprendido a controlar seus poderes, o medo de se sobrecarregar permanece um constante desafio, um que ela supera continuando forte e contando com o suporte de outros. Esse é o motivo de ela ser tão apaixonada por seus amigos. Como Sara antes deles, eles a ajudam quando sua força simplesmente não é suficiente. Graças a essa paixão, seus amigos são frequentemente tão dedicados a ela quanto ela é a eles.

Como membro dos X-Men, sua paixão e sua força fornecem uma fundação emocional da qual o time pode tirar inspiração. Sua paixão não apenas ajuda ela a se relacionar com os outros como também a torna uma lutadora poderosa que pode se dedicar a causa de Xavier. As vezes, sua paixão pode a cegar, tornando difícil saber a diferença entre aquilo que é certo e aquilo que parece certo. A despeito desses problemas, ela abraça o desafio perante ela e canaliza sua paixão em tudo que faz enquanto mantém um forte senso de orgulho e humildade.

HabilidadesEditar

MutaçãoEditar

Jean Grey é uma psíquica da variação psiônica, significando que suas habilidades vão muito além de simples telepatia, incluindo manipulação astral, emocional, percepção extra-sensorial, precognição, manipulação de energia psíquica, manipulação de probabilidade psíquica, retrocognição, e a própria telecinese. Em teoria, suas capacidades a tornam praticamente uma deidade, censurada apenas por seus próprios limites físicos e psicológicos.