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Livramento
TMOS-10
Informações Gerais
Série Superman: O Homem de Aço
Arco Deuses Entre Nós
Número do Episódio 10
Sequência
Episódio Anterior A Queda do Deus
Episódio Seguinte O Grande Astro
Créditos
Escrito por JokerLeo
Livramento é o décimo episódio da série Superman: O Homem de Aço.

SinopseEditar

Superman permanece vagando pela nave kryptoniana à procura de seus pais para que possam fugir do local. Enquanto isso, Zod anuncia o início do processo de tomada da Terra pelos kryptonianos.

EnredoEditar

“Quem...Quem é você?” – Questiona Clark ao pequeno robô flutuante que encontrara ao virar-se para trás. “Sou um dos vigias da nave, você não pode sair daqui, Kal-El.” – Responde o robô. Clark fica alguns segundos em silêncio e em seguida afirma que não pretende. “Sabe onde estão meus pais?” – Pergunta o Superman. “Fora do seu alcance, Kal-El. Eles estão na ala de cárcere, não pode entrar lá.” – Responde o robô. Clark fica alguns segundos em silêncio apenas andando pelo corredor, e o pequeno robô o segue.

“Onde está indo, Kal-El?” – Pergunta o androide. “A lugar nenhum, estou apenas andando, conhecendo a nave.” – Responde ele. O herói continua andando calmamente, até que decide fazer um questionamento ao robô que continua seguindo-o. “Então...Por que os kryptonianos falam o meu idioma?” – Questiona o Superman. “Não falam, mas as tecnologias que usam permitem comunicação universal, o que possibilita compreensão de diferentes espécies no Universo, com peças vindas de Nova Gênese.” – Responde o robô. “De Nova o que?” – Questiona Clark, e o robô responde que trata-se de um mundo superior, acima de qualquer kryptoniano, e, certamente, acima do nível humano.

Eles continuam andando pelos largos corredores com estruturas kryptonianas, lugar iluminado por luzes, até então brancas. Em determinado momento, Clark entra em um corredor com luzes azuis. “Está se aproximando da área de cárcere, Kal-El, você não tem permissão para entrar nessa área.” – Diz o robô. “Ah, é mesmo? Era tudo que eu queria saber.” – Afirma Clark, seguindo o seu caminho. “Kal-El, eu exijo que você desista e retorne, ou eu comunicarei ás autoridades da nave.” – Conta o robô. Clark baixa sua cabeça e vira-se para trás avançando contra o robô e o derrubando no chão.

Superman continua seguindo seu caminho quando sente algo se aproximando, e retorna o robô em grande velocidade avançando contra o herói. Clark desvia-se do ataque, e o androide acaba batendo numa parede e caindo novamente no chão. Superman aproveita a oportunidade e começa a socar o robô até que vê que as luzes vermelhas nos olhos do mesmo se apagaram, indicando que este fora derrotado. Clark olha ao seu redor e, percebendo que está só, começa a correr pelo corredor.

Na Terra, Metrópolis volta a ter seus dias normais, as pessoas voltam a circular normalmente nas ruas e tudo parece menos nublado, menos escuro. Numa de suas ruas, um assaltante é preso em frente a uma banca de revistas e jornais por dois policiais. Um deles algema o criminoso colocando-o no camburão, enquanto o outro lê em um dos jornais na pequena banca o título “O Mundo Pós-Superman: O Que Vai Ser Agora?” – Numa manchete do Planeta Diário escrita por ninguém menos que Lois Lane.

Enquanto isso, Lois está no prédio do Planeta Diário em seu gabinete. A moça olha para o lado e vê que novamente Clark Kent não veio, como tivera sido nos últimos 4 dias. Ela vira-se novamente para seu computador, mas não consegue concentrar-se em seu trabalho. Ela põe sua mão em sua testa a escorrendo pelo seu rosto e desliza sua cadeira até o telefone, onde disca os números e tenta ligar para alguém. “Aqui é Clark Kent, infelizmente não posso atender agora, por favor, deixe seu recado.” – Dizia a voz de Clark no celular. Lois, aborrecida, põe de volta o telefone em seu lugar e relembra de quando Clark falou que às vezes tinha de enfrentar alguns problemas pessoais. “Será?” – Questiona ela olhando para os céus pela janela do prédio. Naquele momento, ela vê algo se aproximando vindo dos céus.

As pessoas nas ruas são cobertas por sombras e param para olhar para os céus. Em um velho apartamento, uma pequena garotinha olha para o céu por sua janela. “Tanya, querida, afaste-se, não é seguro!” – Dizia a mãe da garota aproximando-se e a segurando em seus braços. Na ponte de Metrópolis, os carros param e congestionam o trânsito. Várias pessoas saem dos carros para olhar para cima. No alto, naves kryptonianas aproximam-se aos poucos da Terra e vão tomando o espaço no céu azul.

No Capitólio dos Estados Unidos, uma votação acontece a respeito de uma lei sobre imigração. Nesse momento, de dentro do lugar, pode ser ouvido um barulho. Todos os presentes, dentre senadores e agentes de comunicação se levantam e viram-se para o grande portão da sala qual se encontram. Nesse momento, o portão é aberto e um guarda aparece ali de pé, parado na passagem até que seu corpo cai morto no chão, revelando por trás dele o General Zod e seus kryptonianos, que entram no local tomando o espaço. Os homens que ali estavam estão saindo desesperados, mas os kryptonianos barram a passagem.

“Por favor, fiquem, vocês são privilegiados para verem ao vivo o início da ascensão kryptoniana na Terra” – Afirma o General. Zod olha para um homem segurando uma câmera, e ordena que o mesmo faça o seu trabalho. Nesse momento, todas as mídias televisivas transmitem o discurso de Zod.

“Caros humanos. Aqui estou para anunciar a chegada do meu povo ao seu mundo. Venho aqui para dizer que faremos um processo de purificação do seu planeta, substituiremos a sua ultrapassada espécie pela nossa para que haja a prevalência do ser superior, ou seja, a raça kryptoniana. Kal-El, o Superman como vocês o têm, está sob minha tutela. A partir deste momento, a humanidade pertence a mim, e a Terra pertence a Krypton.” – Afirma o General.

Na nave kryptoniana, Martha e Jonathan estão em uma pequena cela metálica de cor branca e vazia aguardando seu fim. “Martha, se eu morrer nos próximos dias, você promete que vai cuidar do Clark?” – Questiona Jonathan. “Não diga isso, nós três sairemos aqui e viveremos em paz!” – Diz a mulher. “Martha, eu estou sentindo dores mais frequentemente, você sabe, eu não vou durar muito. Estou tentando ser forte, estou tentando resistir, mas eu não sei até quando posso.” – Diz o homem com sua cabeça baixa. Ele sente a mão de Martha cobrir a sua, e ela encosta-se em seu marido. Eles ouvem alguém se aproximando, e Martha pergunta se Jonathan ouviu isso. O homem responde que sim, e uma sombra pode ser vista pela pequena janela da porta da cela. Martha, nervosa, apoia seu corpo no de seu marido e suas mãos apertam as roupas do mesmo. Naquele momento, surge o rosto de Clark ali, finalmente encontrando seus pais. Martha e Jonathan alegram-se ao ver seu filho. Clark tenta dizer a eles que vai soltá-los, mas de dentro da cela é impossível ouvir o que vem de fora.

Ele olha para uma pequena tela para a leitura de mãos que permite que a cela seja aberta. Ele põe a mão na tela e a mesma ascende uma luz vermelha, negando o acesso de Clark. Naquele momento, ele ouve um guarda kryptoniano aproximando-se. O guarda vira a esquina do corredor entrando pelo caminho onde está Clark, que de surpresa, soca a cabeça do guarda batendo-a contra a cabeça e lhe desacordando. Ele segura a mão do guarda desacordado e a coloca na tela de leitura, que reconhece e abre a cela.

Martha e Jonathan saem dali alegres e abraçam seu filho. “Oh, meu querido, você não imagina o quanto eu e seu pai ficamos preocupados.” – Diz Martha abraçando emocionada o seu filho. “Precisamos sair daqui, mãe e pai.” – Afirma Clark. “O que você vai fazer, filho?” – Pergunta Jonathan, e Clark responde que vai manda-los de volta para a Terra, e depois vai salvar o mundo.

Na Terra, as forças armadas dos Estados Unidos e do mundo todo se preparam para a invasão kryptoniana. Tanques de guerras saem as ruas, aviões sobrevoam os céus e até mesmo navios preparam-se nos mares para o vindouro ataque. Num avião das forças americanas, um jovem rapaz segura em sua mão um crucifixo e faz as suas preces. “Por favor, mande uma luz dos céus, mande a esperança para o nosso mundo, senhor. Essas pessoas não merecem morrer, essas pessoas não merecem todo esse sofrimento. Livre-as do mal, amém.” – Pedia o jovem, nervoso, em sua oração.

Na nave kryptoniana, Clark consegue levar seus pais até a cápsula que tivera encontrado antes. Martha e Jonathan entram ali e perguntam como seu filho irá sair. “Só dá para irem duas pessoas por cápsula, eu irei logo em seguida, prometo.” – Diz Clark. “Que bela cena presenciamos aqui, soldados.” – Comenta Faora, que acabava de surgir no local com mais 4 kryptonianos armados. Clark fecha imediatamente a cápsula de seus pais e aperta o botão que a envia rumo à Terra.

Os kryptonianos apontam as armas para Clark. “Soldados, abaixem as armas e nos deixem sós, Kal-El precisa aprender uma lição” – Diz a kryptoniana, e os soldados deixam o lugar após a ordem. Ela avança contra Superman jogando-o contra uma das paredes da nave. Clark se levanta e desvia de um dos golpes da mulher, que acaba socando a parede acidentalmente. Furiosa, Faora chuta Clark o derrubando no chão e chuta o seu rosto. Ela o segura por sua capa e o arrasta pelo chão da nave.

“Não pode me desafiar, Kal-El, diferente de você, eu fui treinada por anos, eu sei sobreviver e eu sei lutar.” – Diz a mulher ainda o arrastando e suspendendo o herói pela capa, girando-o e arremeçando-o novamente contra o chão. Clark percebe seu sangue saindo pelo nariz e tenta novamente se levantar, mas Faora o chuta novamente, fazendo-o cair. Ela lhe suspende pelo seu traje olhando de frente para o herói. Superman tenta usar sua visão de calor, mas acaba falhando.

“Essa nave pode neutralizar os seus poderes, Kal-El, aqui, você é um ser de papel, você é como os humanos frágeis que defende dia pós dia.” – Diz Faora, que ainda suspendendo o herói pelo seu traje com uma mão, soca o seu rosto com a outra. “Você vai ajoelhar-se, você vai curvar-se perante a nossa espécie. Você não é um de nós, você é um humano imundo, e um traidor como seu pai.” – Conclui Faora soltando-o no chão. Clark cai de joelhos e tenta respirar, mas sente-se muito enfraquecido após os golpes de Faora.

Faora vira suas costas e chama por seus soldados exigindo que prendam Kal-El, mas ao ouvir um barulho e virar-se para trás, vê Kal-El, com muito esforço, partindo pela saída de emergência da nave. Os soldados chegam e perguntam a Faora se devem buscar Kal-El. “Não, não será necessário. O General Zod já iniciou seu trabalho, não há nada que Kal-El possa fazer para impedir. Voltem a seus postos.” – Diz Faora.

No espaço, Martha e Jonathan aproximam-se da Terra na cápsula, que acaba por entrar em chamas por causa da alta velocidade qual a gravidade proporciona ao veículo. Nervosa, Martha pergunta a Jonathan onde deve estar o seu filho. Nesse momento, eles veem as chamas que cercavam a nave sendo resfriadas por uma forte rajada de vento congelante. A velocidade da nave é reduzida. Mãos penetram a pequena nave abrindo uma grande brecha, e naquele momento, para a alegria de seus pais, o Superman revela-se. Ele termina de abrir a cápsula e segura seus pais em seus braços voando pelos céus enquanto os restos da cápsula caem em uma estrada. Nos céus, Jonathan diz que está feliz em ver seu filho, e Clark comenta que também está feliz em vê-los, prometendo que nunca mais nenhum inimigo irá pôr as mãos em seus pais. Martha pergunta o que eles irão fazer agora, e Clark responde que vai leva-los para seu apartamento em Metrópolis, não é seguro mantê-los na Fazenda com Zod e Faora sabendo sua localização. “E depois?” – Questiona Jonathan. “Depois eu vou ter que pedir um favor a uma amiga minha.” – Responde Clark.

PersonagensEditar

CuriosidadesEditar

  • O episódio é um pouco maior do que os seus antecessores.
  • A participação da pequena garota chamada Tanya faz parte de uma brincadeira entre os escritores do Universo DC Fanfiction.