FANDOM


O Despertar
LJU-05
Informações Gerais
Série Liga da Justiça: Unidos
Arco A Origem da Justiça
Número do Episódio 5
Sequência
Episódio Anterior Acordos
Episódio Seguinte Sinos
Créditos
Escrito por JokerLeo
O Despertar é o quinto episódio da série Liga da Justiça: Unidos.

SinopseEditar

Após conhecer Lanterna Verde, Batman descobre mais sobre a atuação dos parademônios na Terra e decide deixar suas diferenças de lado e se unir a ele e ao Superman por um bem maior.

EnredoEditar

Anoiteceu em Metrópoles. Após um dia movimentado, as ruas se desertificaram sob a ameaça de uma tempestade que se aproxima. Os ventos caminham pelas ruas arrastando folhas, papéis e até mesmo o guarda-chuva de um casal que ali passava. Num dos mais altos andares da LexCorp, Luthor observa a cidade pelos vidros de sua janela que se estende por toda aquela grande sala escura ao lado de sua guarda-costas, Mercy Graves, como um guardião sorrateiro. Em baixa voz, ele murmura “o sino foi tocado”.

A tempestade também se aproxima lentamente de Gotham City, parecendo tornar mais obscura ainda a cidade do que o habitual. O morcego está em cima de um prédio conversando com o homem de anel verde brilhante que acabara de conhecer, o Lanterna Verde. “Então eu encontrei essas criaturas aqui, o que é estranho porque...Bem, eu não vi elas passarem pelo espaço.” – Diz o homem ao Batman, que permanece em silêncio durante alguns segundos. “Preciso fazer uma ligação”- Diz o morcego. “Sim, claro. O Batman precisa fazer uma ligação.” – Murmura o Lanterna Verde.

Em Metrópoles, Clark Kent chega a sua casa após um longo dia de trabalho. Um apartamento pequeno em Metrópoles. Ele pressiona o interruptor ao lado da porta ascendendo então as luzes da sala e senta-se no sofá após tirar seu casaco. Pondo as mãos sobre sua testa e escorando sua cabeça na parede por trás de seu acento com um semblante de exaustão, ele então ouve o seu celular tocar. Após um suspiro, ele retira o aparelho do bolso. “Alô?” – “Sem tempo, preciso de você em Gotham, agora.” – “Eu conheço essa v...Batman? Onde eu...” – Questionava o homem de aço no telefone ao perceber encerrada a chamada.

“O Batman tem amigos?” – Pergunta o Lanterna Verde, sendo encarado pelo morcego em seguida. “É sério. Eu ouvia falar de você quando eu era mais jovem. Por que mais você acha que eu te contaria sobre o que estou trabalhando se eu não te conhecesse? Eu só achei que você não fosse real.” – Completa o herói com traje esmeralda. “Então, o Batman não fala muito. Entendi. Olha, seja lá por quem você esteja esperando, espero que não demore e que possa nos ajudar, porque estamos perdendo tempo.” – Continua o Lanterna.

No fundo do Oceano Atlântico, em uma área desconhecida pelo homem comum, o rei Arthur Curry (conhecido em terra como Aquaman), a rainha Mera, o pupilo Garth e seus soldados nadam em direção a uma fenda próxima da civilização de Atlântida onde tivera sido encontrada mais cedo uma estranha criatura por viventes marinhos.

Arthur e companhia adentram uma espécie de caverna e seguem nadando cada vez mais em direção a um escuro fundo, quando de repente o rei ordena que todos parem. “Eles estão vindo!” – Avisa Arthur aos demais, que então preparam suas armas. Poucos segundos após a ordem do rei, todos ouvem uma espécie de estranho rugido vindo do fundo da profunda fenda, e logo em seguida surgem do escuro as criaturas, parademônios. Os guardas preparam-se para atirar, e a rainha Mera para usar seus poderes.

As bestas então avançam contra os atlanteanos violentamente. Os guardas disparam contra as criaturas usando suas armas de laser, mas as criaturas, levemente feridas continuam a avançar. Um deles segura a cabeça de um dos guardas e quebra seu capacete, arremessando-o à distância. Naquele momento, a criatura é arremessada por uma corrente da água proveniente dos poderes da rainha Mera. Uma outra fera está prestes a atacar a rainha pelas costas, mas antes de obter sucesso, seu crânio é então perfurado pelas pontas do tridente de Arthur. Mera, ao ver aquilo, agradece Arthur com um meigo sorriso. “Uma ajuda aqui!” – Chama o pupilo de Arthur, Garth do outro lado.

O garoto está montado nas costas de um parademônio segurando-se ao pescoço da fera que, enfurecida, remexe-se tentando alcançar Garth com suas mãos. Mera aproxima-se da criatura rapidamente e cria com água solidificada uma espécie de lança que perfura o peito do parademônio matando-o imediatamente e fazendo o sangue da criatura misturar-se à água. “Lady Mera, agradecido!” – Diz o garoto curvando-se perante sua rainha. “Fique atento!” – Ordena a mulher.

Naquele momento, os dois se afastam do local. Mera segue em direção a outro parademônio e usa uma corrente de água o desorientando, e logo em seguida utiliza novamente uma espada de água solidificada para cortar sua cabeça em um momento em que a criatura ainda estava atordoada com a corrente. Garth, por sua vez faz alguns movimentos na água e cria em seguida um pequeno redemoinho que usa para atacar um parademônio que tinha até então vitória sobre um soldado desarmado. Orgulhoso do que tivera feito, o rapaz é elogiado por Mera.

Outros atlantes continuam em sua batalha quando ouvem o som de outras criaturas vindo naquela direção. "Mais bichos?” – Pergunta Garth com um certo espanto. “Não, reforço.” – Responde Arthur de maneira serena. Naquele momento, estranhas sombras que vinham naquela direção revelam-se tubarões brancos enormes que avançam contra os parademônios agarrando-os impiedosamente com a boca. Nadando por entre eles, Arthur espeta em seu tridente o corpo de um parademônio que tentara lhe atacar e arremessa seu corpo para ser devorado por um dos tubarões que se aproximava dali por trás.

Com os tubarões derrotando as criaturas acima, Arthur junta-se novamente aos seus. “Que tipo de criaturas são essas?” – Pergunta Mera a seu marido. “Não são daqui, já lutei contra alguns deles antes em superfície.” – Responde. “Não devemos verificar a área? Para saber se não tem mais?” – Pergunta Garth ao seu mentor. “Boa ideia, verifiquem a área até não restar mais nenhum!” – Ordena Arthru a seus soldados como sugerido por Garth.

“Com licença, senhor. Já tomamos liberdade para verificar e parece que aquelas eram todas as criaturas, mas achamos algo no fundo da caverna.” – Diz um de cinco soldados que vinham do fundo da fenda, portando consigo uma caixa dourada com detalhes vermelhos e entregando-a a seu rei, que olha fixamente para a caixa analisando-a. “O que é isso?” – Questiona Mera. “Eu já vi uma coisa dessas antes. Levem-na a Vulko, isso pode ser perigoso. Acho que por aqui o nosso trabalho está feito.” – Diz Arthur entregando a caixa a um de seus soldados e, junto a eles bem como a Mera e Garth, nadando para longe dali rumo a Atlântida.

De volta à superfície, mais especificamente em Gotham City, Batman vê Superman se aproximar do local onde estava junto ao Lanterna Verde. “Mas o que...Cara, o Batman trabalha com o Superman?” – Pergunta o Lanterna a si mesmo. “Na verdade o Batman trabalha sozinho, não por vontade minha.” – Diz o herói de Metrópolis. “Superman, esse é o Lanterna Verde, ele diz ser uma espécie de guardião desse setor intergaláctico e tem como responsabilidade protege-lo.” – Apresenta o Batman. “Prazer, Lanterna Verde, eu sou o Superman.” – Diz o herói kryptoniano apertando a mão do Lanterna, que sente o aperto forte de Superman pressionar sua mão. “Sem mais tempo para apresentações, eu o chamei aqui por um motivo, Superman.” – Interrompe o Batman, que olha fixamente para o Lanterna Verde em seguida.

“Ah, sim. Bem, eu fui avisado de uma espécie de intervenção alienígena na Terra. No começo eu pensei que você” – Olhando para o Superman – “Daria conta, mas eu continuei recebendo avisos e percebi que a intervenção apenas aumentava. Está acontecendo uma invasão no mundo todo. Então eu decidi vir pessoalmente e acabei encontrando isso.” – Diz erguendo a caixa presa numa bolha de energia de seu anel. “Eu não sei o que é ao certo, mas é tecnologia de altíssimo nível.” – Continua.

“Como eu já disse ao Batman, não me parece tecnologia kryptoniana.” – Diz o Superman. “Não é. É algo de muito mais longe, algo que o anel não consegue reconhecer.” – Completa o Lanterna. “Batman?” – Chama Superman. “Estou pensando.” – Afirma o morcego, que estava silencioso até então. “Você tem duas dessas, descobriu alguma coisa?” – Pergunta o Superman. “Eu tentei associar algumas coisas. Tudo que descobri é que elas usam um tipo de energia bastante singular, algo diferente de tudo que já vi. É como se elas tivessem vida própria, mas estivessem ligadas a algo maior ao mesmo tempo.” – Explica o morcego. “Vamos levar aos laboratórios STAR, talvez o professor Hamillton consiga descobrir alguma coisa que não sabemos.” – Diz o Superman.

“Olha, eu não quero duvidar do Superman e do morcego, mas eu acho que eles não vão conseguir nada. O meu anel contém informações de alcance maior do que imaginam, se ele não consegue identificar, seja lá o que for essa coisa, não é um laboratório terrestre que vai conseguir.” – Diz o Lanterna. “Você tem razão, mas o que sugere?” - Questiona o vigilante de Gotham. “Eu vou levar para Oa para análise, alguém deve saber alguma coisa sobre isso.” – Responde. “Oa?” – Pergunta Superman. “É tipo um recanto para Lanternas Verdes do Universo todo.” – “Existem outros Lanternas Verdes?” – Pergunta o herói de Metrópolis. “Sim, existem muitos.” – Responde Lanterna. “A caixa não vai a lugar nenhum.” – Diz Batman de maneira arrogante encarando o Lanterna Verde. “Espera aí, mas ...” – tenta dizer o Lanterna ao Batman, que está de costas para os demais... “A caixa não vai a lugar nenhum.” – Repete.

Superman, após retirar da bolha do Lanterna Verde a caixa, dirige-se ao Batman para conversar. “Você não acha que devíamos confiar nele?” – Pergunta o herói. “Não. Esse é seu problema, você confia demais em pessoas que acabou de conhecer.” – responde o morcego. “E esse é o seu problema, você não reconhece quando algo não está ao seu alcance. Nós não sabemos o que são essas coisas e nem como funcionam, nós precisamos dessas informações.” – “Pelo que ele diz, ele serve a uma espécie de corporação muito maior do que eu e você. O que garante que essas informações vão voltar para nós? Como podemos confiar nessa ‘Tropa de Lanternas Verdes’? Onde estavam esses guardiões quando o mundo foi invadido por sua raça há 3 anos atrás?” – Questiona o Batman. “Olha só, eu consigo ouvir tudo, tá bom? Foi durante a invasão que o anel me achou, eu não era Lanterna Verde ainda e não podia fazer nada. E vem cá, só pra você saber, eu também não confio num cara que há mais de 10 anos é tratado como lenda urbana porque tem medo de botar a cara no Sol.” – Diz o Lanterna Verde.

Batman se aproxima do guardião esmeralda o encarando friamente. Mesmo com a máscara, fica nítida a raiva expressa no rosto do homem morcego sobre o Lanterna Verde. Naquele momento a luz em seu entorno começa a se desfazer, revelando a imagem de Hal Jordan como um homem comum. Ele fica de braços cruzados por alguns segundos, até perceber que não está mais brilhando e nem trajado. “Ei, espera aí!” – Se espanta ao perceber que não está mais segurando o anel. “Como você?” – Perguntava ele, quando é interrompido pelo homem morcego. “Como eu pensei, o anel funciona a base de concentração, e você não estava concentrado.” – “Me devolve agora ou eu...” – Dizia Lanterna em fúria com o punho fechado pronto para socar o Batman. “Parem. Estamos perdendo tempo.” – Diz Superman entrando no meio dos dois. “Ele está certo.” – Admite o morcego jogando de volta o anel nas mãos do homem, que logo em seguida volta a brilhar em verde. “Nunca mais faça isso!” – Diz ele enfurecido.

“Então, o que vamos fazer com isso?” – Pergunta Superman olhando para a caixa em sua mão esquerda, esperando por um veredito dos outros dois. “Isso se chama Caixa Materna.” – Responde uma outra voz vindo do alto. Antes Victor Stone, que tivera sofrido um acidente. Agora uma espécie de homem robô que aproxima-se voando com jatos em suas costas. “Esse eu não conheço. É seu amigo também?” – Pergunta Lanterna Verde dirigindo-se ao Batman.

“Me chamem de Ciborgue. Eu vim da tecnologia que está nas mãos de vocês.” – Diz o então apresentado Ciborgue. “Você sabe o que é isso, então?” – Pergunta Superman. “Sim. É uma espécie de rede de computadores de algo conhecido como Novos Deuses. As Caixas funcionam como seres com vida própria interligados entre si e que se conectam diretamente à sua origem, que eu não sei dizer qual é e nem onde fica.” – Diz o Ciborgue. “Novos Deuses. Eu já ouvi falar algo sobre isso, mas pensei que fosse uma lenda. Pelo visto nada mais é lenda.” – Ironiza Lanterna Verde olhando para o Batman.

"Como podemos confiar no que você diz? Veio da Caixas também, nada lhe impede de ser um deles." - Questiona Batman ao Ciborgue. "Começou..." - Comenta Superman. "Na verdade eu sou de Detroit, é uma longa história. Aliás, eu não sou o primeiro cara que você conhece essa noite." - Explica Ciborgue. "Estava nos observando? Tem nos seguido?" - Questiona o homem-morcego. "Tenho acompanhado o trabalho de vocês." - "Por que?" - "Primeiro porque eu sou um dos idiotas que moram nesse planeta junto com algumas pesoas de quem eu gosto e segundo porque eu sou o único que tem as informações que vocês precisam. Acreditem, eu realmente não queria estar aqui." - Complementa Ciborgue. "Ele tem ótimos motivos." - Comenta Lanterna em voz baixa.

“Continuando...Na verdade eu não sei o que são os Novos Deuses. Embora meu corpo tenha vindo das caixas, eu não tenho todas as informações que elas têm. Mas eu sei que que vocês têm enfrentado são parademônios, uma espécie de exército de invasão, e me parece que estão espalhando essas Caixas pela Terra inteira.” – Continua Ciborgue. "Então precisamos parar essas coisas, mas não vamos conseguir separados.” – Diz o herói de Metrópolis olhando fixamente para Batman, Lanterna Verde e Ciborgue. “Bem, eu sou guardião desse setor, isso é meu trabalho também, então podem contar comigo.” – Diz o guardião esmeralda. “Eu acho que eu não tenho mais nada a perder, então...” – Concorda o Ciborgue em participar. Logo então, todos ali olham fixamente para o Batman aguardando uma resposta. “É temporário.” – Afirma o morcego, concordando em participar e arrancando um sutil sorriso de Superman.

Naquele momento, outro rugido de parademônio é ouvido. “Se preparem! estão vindo atrás da Caixa.” – Avisa Ciborgue. Naquele momento, Superman consegue ver por meio de sua visão de raio X várias criaturas vindo em sua direção por entre os prédios de Gotham. Uma espécie de canhão a laser se forma então num dos braços de Ciborgue. “Protejam a Caixa, custe o que custar.” – Ordena Batman ao demais, e Lanterna Verde cria sobre ela uma espécie de cúpula de energia esmeralda. “Está protegida.” – Comenta.

Os parademônios aparecem e avançam contra os heróis. Ciborgue, voando com os jatos em suas costas, dispara com seu braço uma rajada de energia contra um deles, mas é atacado rapidamente por outro que voava em sua direção. Superman dispara raios de seus olhos contra as criaturas no ar, mas num momento de distração um deles tenta avançar contra o herói, mas dá de cara com um campo de força criado por Lanterna Verde, que salva então o Superman. “Obrigado” – Agradece. “Disponha!” – Diz Lanterna Verde fazendo posição de sentido. Desfazendo-se o campo de força, Superman voa em direção ao parademônio que tivera tentado lhe atacar e o soca com tanta força que a criatura, após quebrar o pescoço, cai direto no chão de cima de um prédio ali próximo.

Uma fera voa em direção ao Batman, que acaba saltando em suas costas. “O que ele tá fazendo?!” – Pergunta o Ciborgue. “E eu que sei?” – Pergunta Superman dando continuidade a sua luta, bem como o homem-máquina. Batman, preso às costas da criatura, tira de seu cinto um batarangue que usa para perfurar o visor da criatura atingindo seu olho. O homem morcego solta as costas do parademônio então com seus olhos perfurados e está prestes a cair de uma enorme altura, quando acaba flutuando com uma luz verde em seu entorno que o leva de volta ao topo do prédio onde estava antes. “Você não tem poderes né?” – Questiona o guardião esmeralda. “Atrás de você!” – Aponta o homem-morcego; “o que?” - Lanterna é atacado por um parademônio e acaba caindo desorientado há alguns metros de Batman, que vê a cúpula em torno da caixa se desfazer. “A Caixa!” – Grita o morcego quando vê um parademônio indo na direção, mas a fera é atingida por uma rajada de Ciborgue.

“Caramba, o que que eu...? Hã?” - Murmura Lanterna recuperando sua consciência após a queda. Ele ativa imediatamente a cúpula de novo em torno da caixa e cria uma espécie de serpente de energia verde que prende em torno de si 4 parademônios, apertando-os até sufoca-los. “Que barulho é esse?” – Pergunta Superman segurando o corpo de um parademônio pelo pescoço “Que barulho?” – Pergunta Ciborgue. Naquele momento a Caixa Materna começa a fazer um forte som semelhante ao badalar de sinos.

“Eu nunca vi nada semelhante a isso, Rei Arthur. Parece uma espécie de computador alienígena avançadíssimo. Vou precisar de mais algumas semanas para...– Dizia o cientista atlante Nuidis Vulko em Atlântida examinando a Caixa em um enorme laboratório marinho ao ser interrompido pelo som das caixas. “Nos Laboratórios STAR em Detroit, onde trabalha Silas Stone, o cientista está sentado em seu gabinete mexendo no computador quando ouve também em sua sala o barulho da Caixa que está em sua posse sobre uma mesa ao lado. Em Washington, Diana, a Mulher-Maravilha, está sentada num sofá em uma casa de classe média assistindo televisão quando começa a ouvir o badalar de sinos ali . Ela pega seu escudo e sua corda que estão pendurados na parede e abre a porta para sair. “Diana! Eu te trouxe para cá porque o governo não quer você andando por aí!” – Adverte Steve Trevor. “Seu governo não pode me dar ordens.” – Afirma Diana se retirando dali. Na televisão que Diana assistia, Steve vê uma reportagem urgente que fala sobre o estranho som ouvido pelo mundo todo. A mesma reportagem é assistida por Barry Allen, que está em plantão no departamento de polícia de Central City.

Na LexCorp, Luthor continua olhando para a cidade de sua janela no andar mais alto. “Começou”.

PersonagensEditar

CuriosidadesEditar

  • Esse é o primeiro episódio de Liga da Justiça: Unidos em que aparecem todos os 7 membros originais da Liga.
  • Nesse episódio é mostrado um pouco da rivalidade entre Batman e Lanterna Verde, muito presente nos quadrinhos.
  • No episódio aparece pela primeira vez um sidekick de super-herói, Garth, que mais tarde deve assumir o título de Aqualad e posteriormente Tempest.