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Oi, Pai (NA)
Titas simbolo
Informações Gerais
Série Titãs
Temporada 1
Arco Apresentações
Número do Episódio 5
Sequência
Episódio Anterior Raiz do Mal
Episódio Seguinte Noite de Gotham
Créditos
Escrito por Ominimon
Oi, Pai é o quinto capítulo da série Titãs e um especial de Dia dos Pais.

SinopseEditar

Ravena, atormentada em sua mente e preocupada com a frequente perca de controle de suas ações, recebe um aviso de seu pai, Trigon.

EnredoEditar

Já é dia. Robin ainda não voltou para Torre após os eventos passados, já Ravena está preparando seu quarto para uma meditação. Quando medita, Ravena consegue entrar em um transe especial. Paz interior. Podendo controlar suas emoções mais facilmente. Seu quarto está escuro e silencioso. Perfeito para ela.

Senta-se no centro do cômodo e começa a repetir as palavras: Azarath, Metrion, Zinthos. Quando perde o controle, isso é o certo a fazer. E como Ravena está perdendo o controle constantemente, ela terá que realizar esse ritual mais vezes até que possa estar estável de novo. O problema é que Ravena não consegue se estabilizar emocionalmente mais graças a alguma força que está sobre ela. Uma força do mal.

– Azarath... – Você perdeu tudo o que tinha...

–... Metrion... – Você é diferente, não pertence a esse lugar...

–... Zhintos! – E isso te controla.

Ravena é acusada mentalmente e ela não pode resistir. Estra em seu transe. Tudo está vazio como deveria ser. Sente-se embaçada e há algo de diferente desta vez. Sua carne queima e suas veias pulsam com muita força, Ravena tenta gritar, mas nada sai de sua boca. Essa dor não vem dela, é como se estivessem tomando o seu corpo.

Uma aura negra é gerada em seu quarto, algo semelhante ao que aconteceu no velho supermercado. Ravena não pode vê-las, pois está presa em uma fase escura dentro da sua mente. Os gritos agoniantes e dolorosos do corpo de fora de Ravena aumentam cada vez mais e são escutados abafadamente por fora de seu quarto. Não demorou muito para que alguém corresse e batesse em sua porta tentando entender o que está acontecendo.

– Ravena? Você está bem? – Garfield bate a porta varias vezes por estar muito preocupado.

Com as batidas na porta Ravena acorda parcialmente. Ela sabe que estão ali, mas não consegue responde-los. Seu corpo está em uma posição impossível de se mover, apenas podendo usar sua telepatia como forma de comunicação. Saia daqui... Ravena cochichou na mente do colega. Ele a ignorou provavelmente por não saber sobre tais poderes.

– Ravena? – Estelar grita de agonia do outro lado da porta.

Não... Ravena geme e seu corpo contorce no ar, porém não é ela que o controla no momento. Libera breves grunhidos e tenta tirar seu corpo do transe a força, mas não consegue. Ravena perdeu o controle de novo, não é mais ela que decidirá o que ela fará daqui pra frente.

– Ravena, abre essa porta agora! – Mutano bradou em desespero ao escutar mais um grito que torturou seus ouvidos.

SAIA DAQUI! Ravena gritou dentro da mente de Mutano, este caíra e convulsionara no chão como se uma bomba estourasse em sua cabeça. Estelar se ajoelha horrorizada ao ver seu amigo, incapaz de escutar o que Ravena havia gritado na cabeça dele. A heroína não faz noção do que está acontecendo e é tudo tão complicado para ela. Ela sente-se insegura e sem condições de cuidar de Mutano e Ravena ao mesmo tempo. Por que Robin está deixando isso tudo pra cima dela?

AGORA! Uma voz demoníaca vinda de Ravena fez com que as paredes tremessem e seus colegas congelassem, até quem estava convulsionando parou. Estelar está apavorada, incapaz de se mexer, ela quer chorar, mas nem isso consegue fazer. Ela nunca sabe o que fazer, ela precisa de alguém para ajuda-la nisso. Estelar só pensa em sair dali.

Levanta sem jeito e carrega seu amigo inconsciente nos ombros até a sala principal da Torre dos Titãs, assustada por Ravena. Sabendo que não conseguiria ajuda-los sozinha tentou ligar para Robin através do comunicador. Ele não atendeu. A princesa chora de raiva e de angustia por tudo isso que está acontecendo com ela.

Ah, Robin. Você não está aqui de novo... Precisamos de você. Pensa Estelar com aperto no coração. Seus sentimentos são instáveis e sente-se sozinha novamente. Abandonada. Não suportando esses pesos, ela continua chorando e ajoelha-se ao lado de seu amigo, segurando a sua mão. Precisa de alguém forte ao seu lado para orienta-la o que fazer.

No quarto, Ravena sente-se engolida pelo medo. Seu estômago revira e sente seu tronco real queimar como fogo. Está começando a recuperar seu corpo. Involuntariamente é jogada a parede com brutalidade, depois arremessada à parede oposta, e lançada de volta ao chão, libertando-a de vez. Ravena contorce suas expressões de dor e libera lagrimas, não só de aflição, mas de alívio por não ter feito algo pior naquele estado.

O quarto ainda está coberto pelas trevas. Ela arfa e põe as mãos no rosto para limpar as lágrimas, em seguida volta a sua posição de meditação, sugando todo o breu para dentro de si. Após limpar o quarto por completo, Ravena abre os olhos totalmente brancos e brilhosos. Ela está mentalmente bem agora.

O som da porta do quarto se arrastando ecoa pelos corredores. Ravena está vindo com um semblante calmo. Uma aura leve. Nem parece que há alguns segundos gritava como se estivesse sendo torturada. Ao olhar para seus colegas um clima positivo espalha pela sala. São os poderes dela. Ela se aproxima de sua amiga e põe a mão direita sobre seu ombro esquerdo.

– Me desculpe. – Sem emoção. Palavras secas. Mas fez com que Estelar perdesse a vontade de chorar. Não possuía mais motivos. Foram os poderes de Ravena novamente.

A garota agacha e segura o braço do rapaz e instantaneamente entra em sua consciência para trazê-lo de volta após tê-lo apagado. Dentro do garoto havia escuridão. Alguns feixes sombrios circulavam o lugar com muita velocidade. Mutano está em conflito interno. Ravena caminha sobre uma estrada vermelha que liga o infinito atrás dela até o único feixe de luz do local.

Ouviu risos. Vozes. Várias vozes distintas. Homens, mulheres, até crianças. Ravena não cessou de caminhar mesmo com todas as vozes que ficavam cada vez mais distorcias e assustadoras. Mesmo faltando alguns metros, Ravena pôde enxergar algo verde no centro da luz. Alguém. E era Mutano, menor, talvez mais novo. A garota se aproximou o máximo que pôde e o encontrou todo encolhido no chão, chorando e cobrindo o rosto com suas mãos que pareciam tão frágeis.

Os feixes de sombras pareciam com cabeças e estavam agitados pela presença da garota encapuzada. As vozes não pararam, pelo contrario, risos sínicos e gritos de ódio se juntaram a multidão de vozes.

Ravena tentou tatear o garoto, entretanto, subitamente as sombras atravessam entre os dois no momento exato criando uma espécie de barreira que não permite que a heroína se aproximasse. Ela olhou para cima, os rostos a encaravam com olhos profundos e sem vida.

Ravena voltou seu olhar ao chão. Fechou os olhos. Escutou alguém cochichando em seu ouvido. Uma risada atrás dela. Era muito rápido, ninguém conseguiria decifrar o que tantas vozes falavam ao mesmo tempo. Abriu os olhos, voltaram a brilhar, as sombras, em resposta, saíram dali, fugindo como se estivessem apavoradas. Ela virou para o garoto e segurou seu ombro, ele retira suas mãos do rosto e a encara. Seus olhos estavam vermelhos e chorava sangue. Muito sangue. Aquela região em volta dos olhos estava roxa como se ele chorasse com toda força do seu corpo. Ravena sentiu um leve susto, mas sabia que aqueles olhos não eram de Mutano, aqueles olhos vermelhos são olhos de demônios.

Ela olha para direita, e lá no fundo, jaz uma pequena chama que brilha ao meio do vazio. Estava tão longe que a heroína não sabe como conseguiu enxergar algo ali, é como se quisessem que ela o visse. Ravena sabe o que está acontecendo. Alguém está tentando infiltrar na mente de seu companheiro, ou será que já não o fez. A encapuzada segura o outro ombro dele com a outra mão e o olha profundamente, os olhos ainda reluzentes.

Ele sente muito medo. Desespero. Ravena sabe disso. Todo o lugar começou a vibrar e a ficar cada vez mais instável. Olhando para trás, ela nota uma onda de rostos assustadores desesperados que tem como único objetivo expulsa-la da mente de Mutano. Ravena já estava incomodada e os encarou com serenidade.

Eles estão se aproximando. Ela nem se importa. Chegando cada vez mais perto. Ravena prefere se concentrar para salvar o pequeno Mutano. Estão perto demais.

Ao jogar seus braços para trás uma barreira invisível é criada, talvez a melhor que ela já criou, forte o suficiente pra suportar a enorme onda. Ravena nem se moveu, as sombras pressionavam contra a barreira, mas ela permanecia imóvel também. Empurrando o outro braço a parede invisível se move bruscamente para frente destruindo todas as cabeças que tocava até não sobrar nenhuma.

Ravena volta para seu foco original, o Mutano chorão e apavorado. O garotinho olha para cima, Ravena o acompanha. Ambos estão olhando para a única luz do lugar que aos poucos está se aumentando. Ela ergue seu braço direito para cima e aperta seu punho, a luz se expande pelo local, vários outros feixes são criados iluminando amplas partes da área antes vazia, entretanto que agora possui um céu azul com nuvens e gramas verdinhas, uma calmaria.

Está na metade da tarefa. Mutano tenta fugir da garota, e não consegue, pois Ravena o puxa para perto e coloca sua mão esquerda na face dele com delicadeza. Ao se passar um tempo indefinito, porém curto, Ravena libera um grito poderoso, Mutano faz o mesmo, como se estivessem se libertando, logo os olhos vermelhos de Mutano tornam-se brancos expelindo uma luz tão forte que forçou a heroína a solta-lo. O garoto tomba para trás, tenta se erguer, mas ao tentar fazer isso suas costas brilham aquela mesma luz branca, depois seu corpo todo, criando um clarão. Ravena foi coberta pela luz e não enxergou mais nada após isso.

Mutano acorda em um susto e sua respiração altera. Ravena abre os olhos. Está fora da mente do rapaz. Ela sente o alivio vindo de Estelar. Ambos estão bem agora. Porém, a garota mal se levantou e já sentiu uma tontura, subitamente ela cai e seus amigos se chocam pela repentina ação de sua amiga.

Abre os olhos. Ravena está no vazio novamente. Força para escapar de novo, mas não funciona. Ela olha para baixo e ao notar que está flutuando despenca e se espatifa em um piso xadrez. Pôde sentir a dor em todo seu corpo, como se fosse muito real. Ela ergue-se meio confusa.

– Irmã... – Alguém cochichou.

Ravena tentou procurar o dono da voz, e não estava muito longe. Ao seu lado há um demônio. Grande, negro, olhos vermelhos como sangue, este possui três chifres e dentes jogados para fora da boca. Ela sentiu grande desconforto ao vê-lo tão perto. Gelada, não fez questão de dizer nada.

Ela deu de costas e tentou ignorá-lo.

– Aonde vai, irmã? – Outro demônio. Esse possui apenas um chifre, entretanto tem grandes olhos e orelhas pontudas.

Ravena se surpreende, mas não quer mostrar seu medo.

– Não sou sua irmã... – Ravena respondeu sem jeito.

– Mas não é você a filha de Trigon? Quem irá libertá-lo e reinará junto com ele em um universo destruído? – Mais outro. Esse com braços alongados e grandes asas.

– Acredite querida. Ele só está te esperando. – Esse se parece com uma mulher com cabelo grudento e negro.

Ravena quer sair o mais rápido dali.

– Eu não sou essa. Saiam daqui. – Ravena disparou-se para o mais longe dali, esquecendo os demônios lá atrás. Sem ao menos ver se eles a seguia.

Sua corrida é interrompida quando ela bate corpo em uma parede que não estava lá há um segundo. Ela apoia seu corpo dolorido na parede de tijolos de pedra e nota uma entrada a sua esquerda. Decide fugir por lá.

Continua correndo. Seus poderes não estão funcionando, ela corre e nem se sente cansada, mas ainda sim soa frio e continua naquele estado até bater o rosto em outra parede de pedra. Confusa, olha ao redor. Há diversas paredes que criam diversas passagens distintas. Aquilo é um labirinto e aonde Ravena se encontra não há saída.

Sente grande vontade de desmoronar, porém tem que seguir em frente, mas por onde? Tenta correr de volta, entretanto uma parede invisível a impede. Ravena não mede tempo para observá-la e bate seus punhos contra a parede dezenas de vezes tentando sair dali, entretanto ela não esperava que subitamente as paredes ao seu redor liberassem um barulho seco, como se estivessem sendo empurradas, e de fato estão se aproximando devagar para esmagar a garota. Ela grita e bate na parede em desespero até desistir em joelhos no chão.

Antigamente, quando estava segura em Azarath aprendendo a dominar seus poderes, ela aprendeu que eles vêm de suas emoções. As emoções da garotinha eram muito poderosas e o mundo sempre dependeu da forma que ela escolheria usá-las. Você precisa estar calma se quiser fazer algo extraordinário, ela lembrou alguém dizer.

Suspirou e levantou. Olhos fechados. Ela pôde sentir as paredes há centímetros de seus ombros. Fez menção de empurrá-las, isto involuntariamente, mas puxa as mãos para baixo, pois precisa esquecê-las, fingir que não estão ali e que não são uma ameaça para ela.

Ravena não pode entrar em transe para fugir de tal situação, ela já está em um, dificultando a sua escapada. Precisa estabilizar suas emoções, entretanto o som das paredes parecem cada vez mais alto e esse som faz lembrar que se ela não sair rápido dali, logo será engolida por pedras. Põe seus dedos na superfície invisível e abre os olhos, sem medir esforços ela empurra seus dedos com calma e a barreira se desfaz em cacos, como se fosse de vidro. Como mágica, os pedaços transformam-se em borboletas, um por um, tantas borboletas que cobrem toda a vista da garota.

A nuvem de borboletas desaparece e Ravena não está mais em um labirinto, mas sim em um grande campo ensolarado. Ela olha para os lados, nada além de grama sendo soprada pelo vento. Tentou voar, caiu, certamente ainda não consegue usar seus poderes.

Um grunhido é escutado há alguns quilômetros. Sua atenção é levada para lá. São os demônios de antes. Cada minuto mais demônios aparecem no campo, fazendo Ravena se desesperar. Quando o demônio mais próximo fica perto o suficiente da garota, de repente ele cai e se ajoelha levando suas mãos e sua cabeça ao chão, como se curvasse a ela.

Todos os demônios que se aproximam fazem o mesmo. Centenas, milhares, todos estão adorando a ela, porém Ravena não viu isso como algo agradável e se apavora perante tal cena. Sente-se como eles, ou maior do que eles. Sente como se fosse seu pai, e ele não é um exemplo que ela quer seguir. Fechou os olhos e tentou sair dali. Não deu certo. Logo uma chama é criada atrás dela, um monte de fogo muito grande e forte que se espalha e queima todo o verde.

Um demônio a segura pelo braço a fazendo gritar horrorizada, não um grito qualquer, mas um som tão forte que conjura uma onda de poder que corta todos os demônios próximos ao meio, assim ela se desvencilha da mão da criatura que acabara de perder sem tronco que foi dilacerado.

– Querida...

Ravena sente seu coração chamuscar. Conhece tal voz.

– Não diga nada. Eu sei de tudo e sei que você sabe. Querida, eu estou dentro de você, da sua mente e eu sei o que você pretende fazer. Perdão, eu não posso deixar. – A voz da chama é tranquila, mas também aborrecida.

Ravena engoliu seco.

– P-pai, porque está tão manso agora? Você é horrível... cruel. – De inicio estava com medo, mas tem a certeza que seu pai não pode machuca-la ali. Ao se lembrar disso uma aura de coragem é gerada em seu coração. – E só estava me usando pra eu te trazer a Terra para você escravizar e matar tudo. Eu não posso te deixar fazer isso! – Ravena gritou, franzindo o cenho, enfrentando Trigon, seu pai. Ela mesma se estanhou, estava tão assustada agora pouco.

– Querida, tudo isso que você está fazendo, tentando me impedir, não vai dar em nada. Junte-se a mim, eu lhe ajudarei a controlar seus poderes e lhe darei poderes dignos de uma imperatriz maligna. – As chamas aumentam. – Esse grupo que você formou não se importa com você, eles nem estão te ajudando, sabem que você é diferente e tentam esconder, sabem o destino que você colocou sobre eles, mas tentam esconder também. Seus aliados corajosos estão com mais medo do que você.

Aquelas palavras cobrem todo o corpo de Ravena, como se fosse o mar a afundando em indagações e medo.

– Eu não sou maligna... – A única coisa que conseguiu cochichar ainda aterrorizada com a culpa e o horror em sua psique.

– Eles estão indo embora, um por um, com medo. A metade dos heróis que você encontrou já se foi e o garoto que você confiou para liderar esse grupo fará o mesmo, se ele já não está fazendo. Você tem a quem agora? Um garoto com traumas e inseguro e uma garota alienígena perdida? Você não tem nada. Eles não são nada. Compare-os a mim, eu sou grande demais, posso esmaga-los com os dedos. Ao meu lado você terá tudo.

Não se contêm... Não se contêm... Ravena repete em sua mente.

– Eu não sou maligna! – gritou – E não tem como você nos “esmagar”! Você não pode sair daí. Você não pode fazer nada além de perturbar minha cabeça!

As chamas de Trigon cercam a garota. Ravena escuta risos.

– Eu não posso ir matar todos vocês, mas posso escolher alguém que possa fazer por mim. – As chamas projetam um terrível sorriso. – Você não aceitou realizar essa tarefa pelo seu pai. Mas não se preocupe, eu já achei meu campeão.

Gargalhadas diabólicas. Ravena grita desesperadamente e sem que pudesse continuar a conversa é engolida pelas chamas.

Abre os olhos, em um impulso levanta o corpo. Seus amigos ao seu lado estão todos preocupados.  Ela tem que falar.

– V-vocês sabem o porquê deu ter criado os Novos Titãs... – Ela diz de repente. Eles balançam a cabeça. – Está prestes a acontecer...

– Temos que contar ao Robin. – Estelar corta as palavras de Ravena.

– Não! – Sua voz distorce, ficando mais horripilante e instável. Controla-se , ela diz pra si mesma – Robin não vai nos ajudar.

PersonagensEditar

CuriosidadesEditar

  • Era um do menores capítulos da série, mas logo foi alterado, sendo acionadas as cenas dentro da mente de Mutano e da Ravena depois.
  • É a continuação direta de Raiz do Mal e possui menções de acontecimentos de tal capítulo.
  • É revelado que Ravena costuma meditar para não perder o controle de seu corpo e que as palavras Azarath, Metrion e Zhintos possuem significados e trazem memorias e sentimentos importantes para ela.
    • Azarath é de onde Ravena veio e por isso está ligado diretamente a sua Origem Distorcida.
    • Metrion é ligado as suas perdas, seu pai, e a parte obscura de seu passado, sendo assim a Destruição.
    • Zhintos é a representação de seus poderes sombrios que ela não consegue controlar, representando sua Instabilidade.
  • Estelar demonstra pensar ser fraca e incapaz, precisando de Robin para tudo.
  • Ravena descobre que Mutano possuía influencias negativas em sua mente, mas logo o resgata.
  • A cena do labirinto foi pensada para ser uma homenagem à saga "Maze Runner".
    • Mas quando Ravena empurra a parede invisível desmanchando-a em cacos de vidro que se transformam em borboletas faz referencia ao clipe "Wanna Awake" da Katy Perry, onde a cantora faz o mesmo.
      • Antes de realizar tal ato, Ravena lembra da voz de alguém, provavelmente algum mentor especial de Azarath.
  • É revelado o proposito de Ravena na Terra que é trazer seu pai e acabar com a vida ao lado dele. Algo que a heroína não aceita
    • Trigon pela primeira vez aparece, mas em forma de fogo falante.
  • Pelo o que deu para entender sobre o que Trigon disse para sua filha, Robin, Mutano e Estelar não foram os únicos heróis escolhidos por Ravena para formar os Novos Titãs, houveram outros.
    • Ele disse que metade a abandonou, ou seja, foram seis heróis recrutados.
  • Trigon revela que escolheu outra pessoa para traze-lo a Terra.
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